Informações Complementares
📋 Modo de usar
Aplicar com uma leve fricção sobre a pele limpa, a mousse Active Draining Foam amplifica a funcionalidade da lama para permitir a drenagem de ingredientes ativos.
🌿 Composição
Sea Water (Maris Aqua), Ethylhexyl palmitate, Polysorbate 20, PEG-75 Lanolin, Ruscus aculeatus, Vitis vinifera, Escin, Ethoxydiglycol, Sodium laureth sulfate, Cocamidopropyl betaine, Peg-40 hydrogenated castor oil , Methylparaben, Imidazolidinyl urea, Disodium EDTA, Propylene glycol, CI 42051, Parfum.
📍 Importante
Apesar de integralmente sustentada em fontes de referência com reconhecido valor e prestígio nacional e internacional, a informação contida nestas páginas não pode ser considerada como exaustiva ou, apesar de todos os esforços de melhoria contínua, isenta de incorreções inadvertidas. As plantas e seus derivados utilizados na preparação de suplementos alimentares têm efeitos nutricionais, e podem interagir com medicamentos e outros suplementos. A sua inclusão em produtos para consumo humano obriga à prévia determinação de segurança, porém, essa segurança depende de uma utilização responsável. A Nutriama não assume qualquer responsabilidade por problemas decorrentes da má utilização da informação disponibilizada. Se precisar de aconselhamento específico, deverá recorrer diretamente a um profissional devidamente qualificado.
Principais Ingredientes
Água do Mar
O corpo humano é composto por mais de 60% de água, pelo que requer uma hidratação adequada para desempenhar as suas funções essenciais.
Além de eliminar os resíduos corporais e ajudar ao funcionamento dos orgãos vitais, a hidratação também ajuda a nutrir a nossa pele (o maior orgão do corpo humano).
A água do mar contribui para a correta hidratação da pele levando água à camada cutânea mais superficial; a isto somamos o seu poder esfoliante, facilitando o desprendimento e renovação da mesma.
Além disso, a água do mar contribui para a eliminação de toxinas, atua como anti-inflamatório e antimicrobiano. Pela salinidade e elementos que a compõem, a água do mar tem propriedades bacteriostáticas e antissépticas naturais, favorecendo a integridade da pele e sendo útil para a eliminação de microorganismos patogénicos.
Os compostos orgânicos que a água do mar contém influênciam mediante o estímulo da imunidade., adicionando um efeito antibiótico sobre a pele. Estes mediadores encontram-se na água do mar como resultado da autorregulação como um grande ecossistema, no qual inúmeras substâncias são libertadas e inibem a excessiva proliferação, mantendo o equilíbrio microbiano marinho, podendo atuar assim sobre a microbiota da pele.
Bibliografia:
1. Nani, Samihah Z. M. et al. Potential Health Benefits of Deep Sea Water: A Review. Evidence-Based Complementary and Alternative Medicine. 2016.
2. Hodak, Emmilia et al. Climatotherapy at the Dead Sea is a remittive therapy for psoriasis: combined effects on epidermal and immunologic activation. Journal of the American Academy of Dermatology. Vol 49. 3 ed; 451–457, 2003.
3. Cohen, D.; Ma’or, Z.e.; Cohen, M.P.; Oron, M.; Kohen, R. Nrf2 Pathway Involvement in the Beneficial Skin Effects of Moderate Ionic Osmotic Stress–the Case of the Dead Sea Water. J. Cosmet. Dermatol. Sci. Appl. 2022, 12, 109–130.
4. Portugal-Cohen, M.; Oron, M.; Merrik, E.; Ben-Amitai, D.; Yogev, H.; Zvulunov, A. A dead sea water-enriched body cream improves skin severity scores in children with atopic dermatitis. J. Cosmet. Dermatol. Sci. Appl. 2011, 1, 71.
Castanha da Índia
O Castanheiro-da-Índia (Aesculus hippocastanum), nativo desse país asiático, foi introduzido na Europa como planta medicinal. O extrato da sua semente é muito utilizado no tratamento disenteria, bronquite, hemorroidas e problemas venosos, como insuficiência venosa crónica, edema venoso e veias varicosas. Foi demonstrada a sua capacidade de melhorar a função e o tónus venoso, inibir a vasodilatação (vasoconstritor), modular a inflamação (anti-inflamatório), reduzir a permeabilidade vascular, aumentar a velocidade do fluxo sanguíneo venoso e atuar como antioxidante, reduzindo, desta forma, os sintomas associados a doença venosa, como a dor, fadiga/ sensação de pernas pesadas, tensão, edema e prurido.
O principal mecanismo fisiológico da insuficiência venosa crónica é a acumulação e subsequente ativação dos leucócitos nos membros afetados. O extrato da semente de Castanheiro-da-índia, contém um composto ativo, uma mistura de saponinas triperpénicas, que tem demonstrado ser inibitória de atividade enzimática, prevenindo, desta forma, a ativação dos leucócitos. Portanto, parece que a sua eficácia se deve, em grande parte, a um efeito inibitório na quebra catalítica de proteoglicanos da parede capilar, que possivelmente ocorre através de uma ação protetora sobre a membrana lisossomal (local de liberação de enzimas).
Apesar do seu mecanismo de ação ainda não ser totalmente conhecido, parece que o extrato da semente de Castanheiro-da-índia poderá ser um coadjuvante no tratamento desta patologia.
Para além do seu composto ativo contém, ainda, flavonoides, esteróis, óleos essenciais e amido.
As preparações com este extrato demonstraram ser seguras e bem toleradas e os seus efeitos positivos foram comprovados, tanto após ingestão, como após aplicação tópica na zona afetada.
A sua combinação com a Centelha Asiática poderá atuar sinergicamente na prevenção ou cicatrização de úlceras venosas.
Bibliografia
1. Abascal K, Yarnell E. Botanicals for chronic venous insufficiency. Altern Complement Ther. 2007. doi:10.1089/act.2007.13609
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3. Pittler MH, Ernst E. Horse-chestnut seed extract for chronic venous insufficiency: A criteria-based systematic review. Arch Dermatol. 1998. doi:10.1016/s0965-2299(99)80137-x
4. Suter A, Bommer S, Rechner J. Treatment of patients with venous insufficiency with fresh plant horse chestnut seed extract: A review of 5 clinical studies. Adv Ther. 2006. doi:10.1007/BF02850359
Gilbarbeira
A Gilbarbeira, de nome científico Ruscus aculeatus, é uma planta nativa de África e zona mediterrânica cuja raiz é utilizada na medicina tradicional. Os ingredientes ativos principais são as saponinas esteróides ruscogenina e neo-ruscogenina, sendo que outros constituintes também têm sido isolados, como é o caso de saponinas e sapogeninas esteróides, triterpenos, flavenóides, cumarina e ácido glicólico.
Estudos demonstraram que reduz a permeabilidade vascular e exibe atividade vasoconstritora e anti-elastase, o que explica a sua utilidade na insuficiência venosa crónica. Está listada pelas autoridades na Alemanha, como planta protetora de edema, oferecendo alívio de sintomas como prurido, pernas pesadas e cansadas, sensação de tensão e dor. Demonstra eficácia a nível do aumento do tónus venoso, e tem efeito anti-inflamatório, de impermeabilização da parede capilar e diurético. A sua aplicação tópica resulta na diminuição do inchaço, assim como acelera a recuperação de lesões como contusões e entorses e tem um efeito analgésico. É ainda utilizada como ingrediente ativo na melhoria da microcirculação e vasculite, como agente antimicrobiano e agente fleboterapêutico, pelas suas propriedades vasoconstritoras, venotónicas e antitrombóticas.
Tem também um uso tradicional no alívio de distúrbios urinários (nefrite, cálculos renais), eczema e outros problemas de pele (verrugas, frieiras), artrite, hemorróidas, aterosclerose, colite, diarreia, dor abdominal e como leve laxante.
Bibliografia
1. Review AM, Reserved AR, Reprint N, Written W. Monograph Ruscus aculeatus (Butcher ’ s Broom). Altern Med Rev. Published online 2001.
2. Vanscheidt W, Jost V, Wolna P, et al. Efficacy and safety of a Butcher’s broom preparation (Ruscus aculeatus L. extract) compared to placebo in patients suffering from chronic venous insufficiency. Arzneimittel-Forschung/Drug Res. 2002;52(4):243-250. doi:10.1055/s-0031-1299887
3. Mari A, Napolitano A, Perrone A, Pizza C, Piacente S. An analytical approach to profile steroidal saponins in food supplements: The case of Ruscus aculeatus. Food Chem. 2012;134:461-468. doi:10.1016/j.foodchem.2012.02.099
4. Masullo M, Pizza C, Piacente S. Ruscus Genus: A Rich Source of Bioactive Steroidal Saponins. Planta Med. Published online 2016. doi:10.1055/s-0042-119728
Óleo de Ricíno
Pode ser usado nos cabelos, couro cabeludo, corpo, sobrancelhas, cílios ou barba para hidratar e nutrir os fios ou a pele, reduzir o ressecamento, irritação e inflamação na pele e combater a caspa. Além disso, o óleo de rícino também ajuda a aumentar a elasticidade e a maciez da pele, ou aliviar a vermelhidão após o sol.
Isto porque o óleo de rícino contém na sua composição ácido ricinoleico, ácido linoleico, ácidos graxos, vitamina E e sais minerais, que têm excelentes propriedades hidratantes e nutritivas, além de ação anti-inflamatória, antimicrobiana e antioxidante, que ajudam a manter a hidratação da pele, cabelos e do couro cabeludo, evitando a perda de água e reduzindo a inflamação da pele.
Bibliografia:
1. Marwat, S. K.; et al. Review – Ricinus cmmunis – Ethnomedicinal uses and pharmacological activities. Pak J Pharm Sci. 30. 5; 1815-1827, 2017.
2. Maduri, V. R.; et al. “Castor Oil” – The Culprit of Acute Hair Felting. Int J Trichology. 9. 3; 116–118, 2017.
3. Verhayden, M.; et al. Contact Allergy to Castor Oil, but Not to Castor Wax. Cosmetics. 4. 1; 5, 2017.





