duo pack infiltrans spray + infiltrans creme

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piroche cosmethiques

Um pack composto pelo Infiltrans Spray, um produto particularmente indicado para um efeito de choque no tratamento de manchas de celulite. Os ingredientes ativos contidos conferem-lhe uma ação de aquecimento, ideal para tratar os depósitos de gordura e as manchas da celulite, e pelo Infiltrans Creme com ação nutritiva que promove o efeito tonificante, reafirmante e hidratante da pele. Para melhores resultados, recomenda-se aplicar com uma leve massagem.

Quantidade: Spray 100 ml e Creme 250 ml

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Informações Complementares

Spray: pulverize nas nádegas, parte inferior das costas e barriga. Deixe por alguns minutos.

Creme: aplicar e massajar nas zonas a tratar. Recomenda-se a aplicação constante e diária.

INFILTRANS SPRAY
Alcohol Denat., Propylene Glycol, Aqua, Lavandula Angustifolia Herb Oil, Camphor, Cupressus Sempervirens Leaf Oil, Rosmarinus Officinalis Leaf Oil, Santalum Album Oil, Crithmum Maritimum Extract, Methyl Nicotinate, Linalool, Limonene, Geraniol.

 

INFILTRANS CREME
Aqua, Propylene Glycol, Octyldodecanol, Glyceryl Stearate, Ethylhexyl Stearate, Oleyl Erucate, Cetearyl Alcohol, Cetyl Palmitate, Ceteareth-20, Corylus Avellana Nut Oil, Sorbitan Stearate, Polysorbate 60, Caprylic/Capric Triglyceride, Dimethicone, Crithmum Maritimum Extract, Agropyron Repens Root Extract, Hedera Helix Leaf Extract, Orthosiphon Stamineus Extract, Equisetum Arvense Extract, Fucus Vesiculosus Extract, Glycerin, Cocoglycerides, Tocopherol, Parfum, Phenoxyethanol, Acrylates/Vinyl Isodecanoate Crosspolymer, Triethanolamine, Sodium Dehydroacetate, Ethylhexylglycerin, Guaiazulene, Benzyl Salicylate, Hydroxycitronellal, Benzyl Alcohol, Citronellol, Linalool, Cinnamyl Alcohol, Eugenol, Hexyl Cinnamal, Alpha-Isomethyl Ionone. 

Apesar de integralmente sustentada em fontes de referência com reconhecido valor e prestígio nacional e internacional, a informação contida nestas páginas não pode ser considerada como exaustiva ou, apesar de todos os esforços de melhoria contínua, isenta de incorreções inadvertidas. As plantas e seus derivados utilizados na preparação de suplementos alimentares têm efeitos nutricionais, e podem interagir com medicamentos e outros suplementos. A sua inclusão em produtos para consumo humano obriga à prévia determinação de segurança, porém, essa segurança depende de uma utilização responsável. A Nutriama não assume qualquer responsabilidade por problemas decorrentes da má utilização da informação disponibilizada. Se precisar de aconselhamento específico, deverá recorrer diretamente a um profissional devidamente qualificado.

Principais Ingredientes

É uma erva arbustiva que cresce até quase a altura de um cotovelo, em marismas e lugares pedregosos. Possui muitas folhas que apresentam sabor muito salgado e são gordurosas, esbranquiçadas, semelhantes às da beldroega, embora sejam mais largas e mais longas.

O seu extrato atua como a vitamina A. Promove a produção de colagénio e ácido hialurónico e ajuda a pele a manter-se hidratada. A pele fica mais lisa, os contornos faciais ficam mais definidos e a pele ganha um brilho saudável e rejuvenescido. O princípio ativo marítimo também ajuda a acalmar reações inflamatórias. Possui propriedade ativadora das células-tronco da pele humana. Eles apoiam as células-tronco da pele humana na sua resistência, estimulam a renovação das células da pele e fortalecem o tecido da pele.

Bibliografia:

1. Atia A, Barhoumi Z, Mokded R, Abdelly C, Smaoui A. Enviromental eco-physiology and economical potential of the halophtye Crithmum maritimum L. (Apiaceae) J Med Plants Res. 2011;5:3564–3571.
2. Frankie W. Vitamin C in sea fennel (Crithmum maritimum), an edible wild plant. Econ Bot. 1982;36:163–165. doi: 10.1007/BF02858711.
3. Jallali I, Zaouali Y, Missaoui I, Smeoui A, Abdelly C, Ksouri R. Variability of antioxidant and antibacterial effects of essential oils and acetonic extracts of two edible halophytes: Crithmum maritimum L. and Inula crithmoïdes L. Food Chem. 2014;145:1031–1038. doi: 10.1016/j.foodchem.2013.09.034.

É uma planta medicinal, da espécie Lavandula angustifolia, muito utilizada para auxiliar no tratamento da ansiedade, depressão, má digestão ou até picadas de inseto, devido às suas propriedades relaxantes, calmantes, antiespasmódicas, analgésicas e antidepressivas.

Esta planta, também conhecida como lavanda ou lavândula, pode ser usada para o preparo do chá ou banhos, mas também seu óleo essencial pode ser utilizado na aromaterapia ou para passar na pele.

A alfazema é rica em óleos voláteis que ajudam a diminuir a ansiedade e a agitação, pois têm ação calmante e sedativa, e por isso, pode ser usada para complementar o tratamento médico.

A alfazema, na forma de óleo essencial, quando usada em aromaterapia pode ajudar a reduzir a pressão arterial. Desta forma, a alfazema pode ser usada para ajudar no tratamento médico da pressão alta.

A alfazema pode ajudar a diminuir a febre lentamente, pois possui a propriedade de reduzir a temperatura corporal.

Além disso, devido suas propriedades calmantes e sedativas, a alfazema pode ajudar a dormir melhor quando se tem febre.

Devido suas propriedades cicatrizantes, anti-inflamatórias e analgésicas, a alfazema ajuda a estimular a cicatrização de aftas, além de reduzir a dor, a inflamação, irritação e o tamanho das aftas.

Devido suas propriedades analgésicas, a alfazema pode ajudar a reduzir a enxaqueca e a dor de cabeça, aliviando sintomas como náuseas, vômitos ou aumento da sensibilidade à luz.

Desta forma, a alfazema pode ser usada para ajudar a aliviar a crise de enxaqueca aguda, mas não deve ser usada como tratamento para prevenir crises, pois nesse caso ela pode desencadear a crise.

A alfazema possui propriedades calmantes e sedativas, que promovem o relaxamento do corpo, além de reduzir a ansiedade.

A alfazema ajuda a melhorar a qualidade e a duração do sono e a combater a insônia, por ter ação calmante que melhoraram o relaxamento do corpo e reduzem a agitação.

A lavanda ajuda a reduzir o estresse, pois possui propriedades calmantes, sedativas e relaxantes.

Devido suas propriedades ansiolíticas e antidepressivas, a alfazema pode ajudar no tratamento da depressão e da ansiedade, pois promove o relaxamento do corpo e acalma, além de melhorar a qualidade do sono.

Bibliografia

1. Kim, I-H.; et al. Essential Oil Inhalation on Blood Pressure and Salivary Cortisol Levels in Prehypertensive and Hypertensive Subjects. Evid Based Complement Alternat Med. 2012. 984203, 2012
2. Sasannejad, P.; et al. Lavender essential oil in the treatment of migraine headache: a placebo-controlled clinical trial. Eur Neurol. 67. 5; 288-91, 2012
3. Kajjari, S.; et al. The Effects of Lavender Essential Oil and its Clinical Implications in Dentistry: A Review. Int J Clin Pediatr Dent. 15. 3; 385–388, 2022
4. Iburg, A. O guia das plantas medicinais: ingredientes, efeitos medicinais e aplicações. 1.ed. Caracter, 2010. 142-143.
5. Lari, Z. N.; et al. Efficacy of inhaled Lavandula angustifolia Mill. Essential oil on sleep quality, quality of life and metabolic control in patients with diabetes mellitus type II and insomnia. J Ethnopharmacol. 251. 112560, 2020
6. Velasco-Rodríguez, R.; et al. The effect of aromatherapy with lavender (Lavandula angustifolia) on serum melatonin levels. Complement Ther Med. 47. 102208, 2019
7. Kim, M.; et al. Effects of Lavender on Anxiety, Depression, and Physiological Parameters: Systematic Review and Meta-Analysis. Asian Nurs Res (Korean Soc Nurs Sci). 15. 5; 279-290, 2021
8. Rai, V. K.; et al. Anti-psoriatic effect of Lavandula angustifolia essential oil and its major components linalool and linalyl acetate. J Ethnopharmacol. 261. 113127, 2020
9. Firoozeei, T. S.; et al. The antidepressant effects of lavender (Lavandula angustifolia Mill.): A systematic review and meta-analysis of randomized controlled clinical trials. Complement Ther Med. 59. 102679, 2021
10. Donelli, D.; et al. Effects of lavender on anxiety: A systematic review and meta-analysis. Phytomedicine. 65. 153099, 2019
11. Ghavami, T.; et al. The effect of lavender on stress in individuals: A systematic review and meta-analysis. Complement Ther Med. 68. 102832, 2022
12. López, V.; et al. Exploring Pharmacological Mechanisms of Lavender (Lavandula angustifolia) Essential Oil on Central Nervous System Targets. Front Pharmacol. 8. 280, 2017

O alecrim é uma erva aromática que pode melhorar o funcionamento do sistema nervoso, proteger o fígado, atuar como antioxidante, aliviar a dor, melhorar a circulação sanguínea, favorecer a digestão dos alimentos e proteger o fígado.

Esse efeitos do alecrim na saúde acontecem porque essa planta possui propriedades tônicas, antioxidantes, estimulantes, antissépticas, diuréticas, cicatrizantes e antimicrobianas.

O alecrim ajuda a melhorar o funcionamento do sistema nervoso, já que estimula a circulação e o sistema nervoso, sendo útil em casos de esgotamento mental devido ao excesso de trabalho, por exemplo, uma vez que é capaz de melhorar a memória, a concentração e o raciocínio, e ajuda a prevenir e tratar problemas como depressão e ansiedade.

O alecrim possui propriedades anti-inflamatórias e analgésicas, além de melhorar a circulação sanguínea de forma geral, podendo ser usada para complementar o tratamento de varizes, dor de cabeça, enxaqueca, artrite e gota.

Além disso, o alecrim ajuda a melhorar os sintomas da TPM, como cólicas abdominais, a regular a menstruação e a reduzir o sangramento excessivo durante a menstruação.

O alecrim possui propriedade descongestionante e febrífuga, de forma que pode ajudar no tratamento da gripe e do resfriado, diminuindo a febre, diluindo o muco e aliviando a dor de garganta.

Bibliografia:

1. Nieto, Gema et al.. Antioxidant and Antimicrobial Properties of Rosemary (Rosmarinus officinalis, L.): A Review. MDPI – Medicines. Vol.5, n.98. 2018.
2. UROPEAN MEDICINES AGENCY. Assessment report on Rosmarinus officinalis L., aetheroleum and Rosmarinus officinalis L., folium. 2010.
3. Andrade, Joana M. et al. Rosmarinus officinalis L.: an update review of its phytochemistry and biological activity. Future Sci OA. Vol.4(4). FSO283, 2018.
4. De Aquino Eronita. Nutrição & Fitoterapia: Tratamento alternativo através das plantas. 2º. Brasil: Vozes, 2011. 34-36.

O cipreste é uma planta medicinal, da espécie Cupressus sempervirens, indicada para auxiliar no tratamento de incontinência urinária, problemas de próstata, colite, diarreia, úlceras varicosas e hemorroidas ou feridas na pele, por exemplo.

Aplicado na pele tem poder adstringente, vasoconstritor anti-hemorroidal, anti-reumático, desodorizante, repelente de insectos e estimulante da circulação linfática. Pode ser utilizado nos tratamentos reafirmantes, massagem linfática e pernas cansadas.

O óleo de cipreste é utilizado em tratamentos de beleza pelo seu poder adstringente, que ajuda a contrair músculos e pele solta. É vasoconstritor, antirreumático e estimulante da circulação linfática.

O óleo essencial de cipreste tem um aroma fresco que funciona como desodorizante, eliminando bactérias e transmitindo uma sensação de limpeza. Embora estimule a transpiração, também pode ser útil de maneira oposta, reduzindo o sangramento intenso durante a menstruação.

Bibliografia:

1. Samimi, N.; Farjam, M. The Effect of Cupressus Sempervirens on Ulcerative Colitis: Do Pathological Changes Improve by Oxidative Stress Amelioration?. Galen Med J. 8. e1650, 2019.
2. Galovicová, L.; et al. Biological Activity of Cupressus sempervirens Essential Oil. Plants (Basel). 12. 5; 1097, 2023.
3. Akermi, S.; et al. Cupressus sempervirens Essential Oil: Exploring the Antibacterial Multitarget Mechanisms, Chemcomputational Toxicity Prediction, and Safety Assessment in Zebrafish Embryos. Molecules. 27. 9; 2630, 2021.
4. El-Saber Batiha, G.; et al. Bioactive compounds, pharmacological actions and pharmacokinetics of Cupressus sempervirens. Naunyn Schmiedebergs Arch Pharmacol. 396. 3; 389-403, 2023.
5. Boukhris, Maher et. al.. Chemical Composition and Biological Potential of Essential Oil from Tunisian Cupressus sempervirens L.. Journal of Arid Land Studies. 22. 1; 329-332, 2012.

O sândalo é uma planta medicinal, da espécie Santalum album, muito utilizado como remédio caseiro para auxiliar no tratamento da infecção urinária, tosse, resfriados ou ansiedade, por exemplo.

A parte normalmente utilizada dessa planta medicinal é a casca do caule de onde é extraído o óleo essencial do sândalo, para ser usado na forma de inalação, banho de assento, aromaterapia ou para aplicação sobre a pele.

O seu uso tópico baseia-se nas suas propriedades fungicidas, parasiticidas, cicatrizantes, hidratantes da pele, sedativas, adstringentes suaves, reafirmantes e relaxantes da musculatura.

Bibliografia:

1. Moy, R. L.; Levenson, C. Sandalwood Album Oil as a Botanical Therapeutic in Dermatology. J Clin Aesthet Dermatol. 10. 10; 34-39, 2017.
2. Rani, A.; et al. Molecular regulation of santalol biosynthesis in Santalum album L. Gene. 527. 2; 642-8, 2013.
3. Bommareddy, A.; et al. Medicinal properties of alpha-santalol, a naturally occurring constituent of sandalwood oil: review. Nat Prod Res. 33. 4; 527-543, 2019.

A árvore aromática Cinnamomum camphora (L.) é natural de países asiáticos, incluindo Japão, Taiwan e China, apesar de estar também presente noutros locais do mundo. Todas as partes da planta, desde o tronco, às folhas e bagas têm um cheiro característico, sendo que faz parte do seu óleo essencial o ativo principal desta árvore, a cânfora natural.

A cânfora há muito que é utilizada na medicina tradicional como analgésico, anti-prúrido, antiespasmódico e anti-inflamatório. Além disso, como tem ainda ação enquanto expetorante, descongestionante nasal e anti-tússico, é amplamente utilizada em tratamentos caseiros para a constipação.

Outro dos grandes potenciais terapêuticos da cânfora diz respeito à sua ação enquanto rubefaciente, o que contribui para as suas propriedades analgésicas. Num estudo foi demonstrado que este ativo induz uma reação de arrefecimento, seguida de aquecimento, aquando da sua aplicação tópica, aumentando a circulação sanguínea no local de aplicação. No período incial de estimulação, a concentração da cânfora junto aos nervos é baixa, provocando uma sensação de frio. No entanto, conforme vai aumentando a sua concentração, vai também aumentando o seu efeito, o que leva, por sua vez, a uma sensação de aquecimento cutâneo.

A toxicidade da cânfora está bem documentada, sendo que a ingestão de dosagens superiores a 2 gramas causa efeitos tóxicos nos adultos, envolvendo o trato gastrointestinal, os rins e o cérebro. Os sintomas característicos de envenenamento após a ingestão desta substância são: náuseas, vómitos, enxaquecas, tonturas, tremores musculares, convulsões e delírio, sendo que doses superiores a 3,5g podem ser letais. A inalação desta substância pode ainda provocar irritação das mucosas, da pele ou dos olhos. Como tal, é necessária precaução na utilização de cânfora, sendo que o seu uso é desaconselhado em crianças.

Bibliografia

1. Chen W, Vermaak I, Viljoen A. Camphor—A Fumigant during the Black Death and a Coveted Fragrant Wood in Ancient Egypt and Babylon—A Review. Molecules. 2013;(18):5434-5454. doi:10.3390/molecules18055434
2. Kotaka T, Kimura S, Kashiwayanagi M, Iwamoto J. Camphor Induces Cold and Warm Sensations with Increases in Skin and Muscle Blood Flow in Human. Pharm Soc Japan. 2014;37(December):1913-1918.

O Nicotinato de Metilo é o éster metílico do ácido nicotínico (vitamina B3 ou niacina). É um composto orgânico utilizado topicamente devido às suas propriedades rubefacientes, ou seja, provoca vermelhidão na pele ao aumentar o fluxo sanguíneo local . Esta ação é atribuída à sua capacidade de induzir vasodilatação nos capilares cutâneos, sendo frequentemente incorporado em produtos cosméticos e farmacêuticos para melhorar a microcirculação e facilitar a absorção de outros ingredientes ativos.

O nicotinao de metilo resulta num aumento temporário do fluxo sanguíneo na área tratada, promovendo uma sensação de calor e vermelhidão superficial. Este efeito é benéfico para a pele, pois melhora a oxigenação e a nutrição dos tecidos, podendo auxiliar na eliminação de toxinas e na regeneração celular. Além disso, ao aumentar a permeabilidade da pele, facilita a penetração de outros ingredientes ativos presentes na formulação .

Estudos demonstraram que o Nicotinato de Metilo induz vasodilatação através da estimulação de vias mediadas por prostaglandinas e nervos sensoriais locais, sem envolvimento significativo do óxido nítrico . Esta propriedade tem sido explorada para avaliar a viabilidade tecidular e a reatividade microvascular em diferentes regiões da pele.

Bibliografia:

1. Elawa, S., Mirdell, R., Tesselaar, E., & Farnebo, S. (2019). The microvascular response in the skin to topical application of methyl nicotinate: Effect of concentration and variation between skin sites. Microvascular Research, 124, 54–60.
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3. Zhu, Y., Xu, W., OuYang, L., Wang, H., Mao, W., Zhou, H., Shen, C., Hu, Z., & Tan, Y. (2022). Topical Application of Methyl Nicotinate Solution Enhances Peripheral Blood Collection. Laboratory Medicine, 53(5), 500–503.

É uma das plantas conhecidas pelas suas funções medicinais é a hera. De nome científico Hedera helix, essa planta medicinal tem folhas muito verdes e brilhantes, e é rica em flavonoides e ácidos graxos.

Atua diminuindo o efeito “casca de laranja” e os nódulos de gordura instalada, devolvendo à sua pele tonacidade e firmeza, modelando a sua silhueta.

Bibliografia:

1. CIFA Cosmetic lgredient Dictionary. 3th.ed, The Cosmetic,Toiletry and Fragrances Association, Washington DC, 1991.

O Chá de Java, Orthosiphon Stamineus, é um arbusto nativo da Ásia tropical e Austrália, muito cultiva­do na Indonésia e Vietname. Os principais componentes dos extratos da folha desta planta são os polifenóis, flavonoides, terpenóides, sais de potássio e os derivados do ácido cafeico, cuja ação diuré­tica 1 e uricosúrica tem sido vantajosa, e utilizada na medicina popular, para o tratamento de distúrbios renais e gota, atuando sobre os níveis de cloretos, ureia e ácido úrico 2,3.

Foi demonstrada atividade antibacteriana e anti-inflamatória pelos seus flavonoides através de inibição da lipoxigenase, bem como atividade diurética e inibitória de E.coli uropatogénica por ação antiadesiva ou bloqueadora de entrada 4,5. A bioactividade antimicrobiana deste extrato favorece o controlo e a eliminação urinária de microrganismos, ajudando a aliviar sintomas e a combater infeções do trato urinário 4,6.

O extrato de Orthosiphon aristatus apresenta diversos benefícios para a pele, atribuídos às suas propriedades bioativas:

O extrato de chá de Java é particularmente benéfico para peles oleosas, com tendência acneica ou inflamatória, devido à sua capacidade de regular a produção de sebo, uma vez que inibe a atividade da enzima 5-α redutase, associada à produção excessiva de oleosidade. Para além disso, apresenta propriedades anti-inflamatórias que ajudam a aliviar vermelhidão, prurido e irritação, sendo útil em condições como dermatite atópica. A sua ação antioxidante contribui para neutralizar os radicais livres gerados pela exposição solar e poluentes, protegendo assim a pele do envelhecimento precoce. O extrato também tem demonstrado capacidade de reforçar a função de barreira cutânea, promovendo uma melhor hidratação e reduzindo a perda de água transepidérmica, o que o torna eficaz em peles secas ou sensibilizadas.

Bibliografia:

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2. Olah NK, Radu L, Mogoşan C, Hanganu D, Gocan S. Phytochemical and pharmacological studies on Orthosiphon stamineus Benth. (Lamiaceae) hydroalcoholic extracts. J Pharm Biomed Anal. 2003;33(1):117-123. doi:10.1016/S0731-7085(03)00227-9
3. Arafat OM, Tham SY, Sadikun A, Zhari I, Haughton PJ, Asmawi MZ. Studies on diuretic and hypouricemic effects of Orthosiphon stamineus methanol extracts in rats. J Ethnopharmacol. 2008;118:354-360. doi:10.1016/j.jep.2008.04.015
4. Sarshar S, Brandt S, Asadi Karam MR, et al. Aqueous extract from Orthosiphon stamineus leaves prevents bladder and kidney infection in mice. Phytomedicine. 2017;28:1-9. doi:10.1016/j.phymed.2017.02.009
5. Deipenbrock M, Hensel A. Polymethoxylated flavones from Orthosiphon stamineus leaves as antiadhesive compounds against uropathogenic E. coli. Fitoterapia. 2019;139:1-9. doi:10.1016/j.fitote.2019.104387
6. Vahlensieck W, Lorenz H, Schumacher-Stimpfl A, Fischer R, Naber KG. Effect of a herbal therapy on clinical symptoms of acute lower uncomplicated urinary tract infections in women: Secondary analysis from a randomized controlled trial. Antibiotics. 2019;8(4):1-11. doi:10.3390/antibiotics8040256
7. Yam MF, Asmawi MZ, Basir R. An investigation of the anti-inflammatory and analgesic effects of Orthosiphon stamineus leaf extract. J Med Food. 2008;11(2):362-368. doi:10.1089/jmf.2006.065
8. Adnyana K, Setiawan F, Insanu M. From ethnopharmacology to clinical study of Orthosiphon stamineus Benth. Int J Pharm Pharm Sci. 2013;5(3):66-73.
9. Akowuah GA, Ismail Z, Norhayati I, Sadikun A. The effects of different extraction solvents of varying polarities on polyphenols of Orthosiphon stamineus and evaluation of the free radical-scavenging activity. Food Chem. 2005;93:311-317. doi:10.1016/j.foodchem.2004.09.028
10. Ameer OZ, Salman IM, Asmawi MZ, Ibraheem ZO, Yam MF. Orthosiphon stamineus: Traditional uses, phytochemistry, pharmacology, and toxicology. J Med Food. 2012;15(8):678-690. doi:10.1089/jmf.2011.1973
11. Singh MK, Gidwani B, Gupta A, et al. A review of the medicinal plants of genus Orthosiphon (Lamiaceae). Int J Biol Chem. 2015;9(6):318-331. doi:10.3923/ijbc.2015.318.331
12. Pandaleke, T. A., et al. (2024). The Potential of Orthosiphon Aristatus Extract in Improving Skin Lesions in Atopic Dermatitis: A Mice Model Study. Pharmacognosy Journal, 16(2), 342-347.

 

A bodelha, de nome científico Fucus vesiculosus, é uma pequena alga marinha castanha comestível que pode ser encontrada nas costas do Atlântico (incluindo nos Açores) e do Pacífico, bem como do Mar Báltico. Esta alga tem sido descrita como sendo um alimento funcional promissor devido à sua riqueza nutricional em iodo e fitoquímicos bioativos, como polissacarídeos (por exemplo, a laminarina e alginato), clorotaninos, polifenóis, esteróis, pigmentos, vitaminas e minerais. Os seus polissacarídeos atuam ainda como prebióticos, uma vez que não são completamente digeridos no trato gastrointestinal, regularizando a função intestinal e favorecendo o crescimento de bactérias benéficas no trato gastrointestinal.

Além dos seus benefícios nutricionais, os extratos de bodelha são considerados uma boa fonte de inibidores das enzimas digestivas, o que justifica a sua utilização na obesidade. Em estudos in vitro, o alginato demonstra uma ação inibitória da pepsina e da lipase pancreática, os clorotatinos são conhecidos inibidores da glucosidase e a flucoxantina tem demonstrado inibir a atividade da lipase pancreática no lúmen gastrointestinal de ratos.

Esta alga marinha é utilizada maioritariamente como adjuvante na redução do aporte calórico e na perda de peso em adultos obesos. Os seus suplementos alimentares têm sido também utilizados noutras patologias como gota, artrite reumatoide, asma, psoríase e cicatrização de feridas.

Devido ao seu teor elevado em iodo, os extratos de bodelha podem ainda estimular a atividade da tiroide, cujas hormonas regulam o gasto de energia e o apetite, além de desempenharem um papel fundamental no metabolismo do organismo. Contudo, o seu consumo deve ser moderado, de modo a não ultrapassar os limites recomendados da ingestão deste mineral essencial. Além disso, a ação estimulante da tiroide promovida pelo iodo pode comprometer a administração de fármacos anti-epiléticos, já que a sua utilização crónica está associada a alterações na homeostasia das hormonas tiroideias.

Bibliografia

1. Ventura S, Rodrigues M, Falcão A, Alves G. Safety evidence on the administration of Fucus vesiculosus L. (bladderwrack) extract and lamotrigine: data from pharmacokinetic studies in the rat. Drug Chem Toxicol. 2020;43(6):560-566. doi:10.1080/01480545.2018.1518454
2. Catarino MD, Silva AMS, Cardoso SM. Phycochemical constituents and biological activities of Fucus spp. Mar Drugs. 2018;16(246):1-34. doi:10.3390/md16080249

A Cavalinha, Equisetum arvense, é uma planta bem conhecida e disseminada no hemisfério norte, com uma longa tradição no tratamento dos distúrbios in­flamatórios, respiratórios, renais e urinários, como hemostático em hemorragias nasais, pulmonares, gástricas e mens­truais, no tratamento e prevenção de unhas frágeis e queda de cabelo, doen­ças reumáticas, gota, edema, cicatrização, fraturas e frieiras. A Cavalinha contém flavonoides, alcaloides, minerais, saponinas e fitosteróis como principais compostos bioativos.

Também tem sido adicionada a preparações cosméticas, por ser rica em silício, um mineral que desempenha um papel estratégico na regulação da estrutura e elasticidade dérmica, contribuindo para a forma, resistência e flexibilidade de todos os tecidos conjuntivos – além de outros sais minerais (Ca, Mg, Se, Fe, K, Zn, etc.), vitaminas (C, E, K, Bs), saponósidos e flavonoides que contêm benefícios adicionais na pele, contribuindo para a eficácia geral do cosmético.

A literatura tem descrito diferentes efeitos biológicos da Cavalinha desde a sua ação antioxidante, anti-inflama­tória, diurética, antidiabética, antimicrobiana, anticonvulcionante, relaxante muscular, sedativo, ansiolítico, analgésico, antiagregante plaquetar, neuro e cardioprotetora ou propriedades antiprolifera­tivas e anticancerígenas. Os investigadores têm interligado o teor em sílica da Cavalinha às suas propriedades antibacterianas, antisépticas e adstringentes. Aquando de um processo de emagrecimento, torna-se bastante relevante esta ação anti-inflamatória e diurética, potenciando a redução do edema e volume, através da eliminação da retenção de líquidos intersticiais em excesso.

Bibliografia

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6. Šauperl O, Zemljič LF, Valh JV, Tompa J. Textile cosmetic pads based on psyllium and protein colloid in combination with the horsetail extract. Ind Textila. 2019;70(1):21-24. doi:10.35530/it.070.01.1479
7. Al-Snafi PDAE. The pharmacology of Equisetum arvense- A review. IOSR J Pharm. 2017;7(2):31-42. doi:10.9790/3013-0702013142
8. Holzhüter G, Narayanan K, Gerber T. Structure of silica in Equisetum arvense. Anal Bioanal Chem. 2003:512-517. doi:10.1007/s00216-003-1905-2

Com alto poder antioxidante, a vitamina E contribui para aumentar a defesa da pele contra os radicais livres e as agressões externas, como a poluição, a radiação solar, as mudanças bruscas de temperatura, entre outros. Além do efeito fotoprotetor, também atua na hidratação, sendo um ótimo aliado para tratar peles sensíveis e prevenir o envelhecimento precoce.

Promove a integridade da pele e mantém as paredes celulares, aumentando a sua firmeza. Por isso, pode prevenir o envelhecimento precoce e o surgimento de rugas, melhora a cicatrização e algumas condições de pele. Combate o stress oxidativo e os radicais livres, restaurando as propriedades humidificantes naturais da pele diminuindo a perda transdérmica da água.

Bibliografia

1. Pekiner BD. Vitamin E as an antioxidant. J Fac Pharm, Ankara. 2003;32(4):243-267
2. Manela-Azulay M, Bagatin E. Cosmeceuticals vitamins. Clin Dermatol. 2009 Sep;27(5):469-474
3. Thiele JJ, Hsieh SN, Ekanayake-Mudiyanselage S. Vitamin E: critical review of its current use in cosmetic and clinical dermatology. Vol. 31, Dermatologic surgery : official publication for American Society for Dermatologic Surgery [et al.]. 2005
4. Burke K. Interaction of vitamins C and E as better cosmeceuticals. Dermatol Ther. 2007;20(5):314-321
5. Nachbar F, Korting H. The role of vitamin E in normal and damaged skin. J Mol Med. 1995;73(1):7-17

O azuleno é um hidrocarboneto aromático de cor azul intensa, presente naturalmente em plantas como a camomila (Matricaria chamomilla), o milefólio (Achillea millefolium) e o absinto (Artemisia absinthium). Durante a destilação a vapor dessas plantas, forma-se o chamazuleno, um derivado do azuleno com propriedades terapêuticas reconhecidas. Devido às suas características anti-inflamatórias, antioxidantes e calmantes, o azuleno é amplamente utilizado em produtos cosméticos destinados ao cuidado de peles sensíveis, irritadas ou inflamadas.

O azuleno oferece múltiplos benefícios para a pele, destacando-se pela sua forte ação anti-inflamatória, que ajuda a reduzir a vermelhidão, a irritação e o desconforto associados a condições como dermatite, rosácea ou após procedimentos estéticos. Atua inibindo mediadores inflamatórios, como certas citocinas e enzimas pró-inflamatórias, promovendo assim um efeito calmante eficaz. Além disso, apresenta propriedades antioxidantes que contribuem para proteger as células da pele contra o stress oxidativo provocado por radicais livres, ajudando a retardar o envelhecimento cutâneo. A sua capacidade de promover a regeneração da pele torna-o útil em produtos pós-sol ou após agressões físicas como depilação ou esfoliação. Por fim, há também estudos que indicam um potencial fotoprotetor, ao proteger a pele contra os danos induzidos pela radiação UV, embora a sua aplicação antes da exposição solar deva ser feita com cautela devido a possíveis efeitos fotossensibilizantes.

Bibliografia:

1. Guarrera, M., Turbino, L., & Rebora, A. (2001). The anti-inflammatory activity of azulene. Journal of the European Academy of Dermatology and Venereology, 15(5), 486–487
2. Kowalczyk, A., et al. (2021). In vitro and in vivo biological activities of azulene derivatives with potential applications in medicine. Medicinal Chemistry Research, 30, 1–12.

A avelã é um fruto seco da árvore aveleira (Corylus avellana), originária do sul da Europa e da Ásia.

Devido às quantidades significativas de vitaminas C e E e ómega 9 (ácido oleico), o óleo de avelã aplicado como cosmético garante hidratação, nutrição e proteção da pele e dos cabelos, aumentando também a flexibilidade e elasticidade da pele.

Por conter vitaminas B1, B2 e B6, o óleo de avelã também possui propriedades anti-inflamatórias e até auxilia no processo de cicatrização.

Bibliografia:

1. Shahidi F, Alasalvar C, Liyana-Pathirana CM. Antioxidant phytochemicals in hazelnut kernel (Corylus avellana L.) and hazelnut byproducts. J Agric Food Chem 2007;55(4):1212-20.
2. Ghirardello D, Prosperini S, Zeppa G, Gerbi V. Phenolic acid profile and antioxidant capacity of hazelnut (Corylus avellana L.) kernels in different solvent systems. J Food Nutr Res 2010;49(4):195-205.

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