Liboost®
A CIÊNCIA POR DETRÁS DO LIBOOST®
Apresentamos dados concretos e verificados de ensaios ao consumidor com o ativo Liboost®:
Este ingrediente é o primeiro extrato natural unissexo para performance sexual, 100% natural, extraído da damiana.
Em apenas 4 SEMANAS foi comprovado que o Liboost® conseguiu:
Duração: 4 semanas;
Objetivo: avaliar os efeitos benéficos do Liboost® na saúde sexual, tanto no homem como na mulher;
Amostra: 60 adultos saudáveis dos 25 ao 60 anos, que mantinham uma relação estável;
Configuração: 2 grupos tratados com 300mg/dia de Liboost® (30 homens e 30 mulheres). Caucasianos (população francesa).
Métodos de avaliação:
- IDS – O Inventário de Desejo Sexual – ambos;
- IIFE – Índice Internacional da Função Erétil;
- IFSF – Índice de Funcionamento Sexual Feminino.
Questionários usados por médicos e investigadores.
MELHORIA 45%!
MELHORIA 40%!
MELHORIA 92%!
Intenção de compra:
- 83% dos participantes (homens e mulheres) comprariam Liboost® após testarem por 4 semanas.
- 85% dos participantes (homens e mulheres) recomendam Liboost®.
Mecanismo de Ação
LIBOOST®
Homens
Mulheres
Libertação de Óxido Nítrico
(Melhoria da circulação)
Ajuda a aumentar o fluxo de sangue no sistema reprodutor masculino, o que favorece a ereção e aumenta o desejo sexual.
Melhora o funcionamento natural da fase inicial da resposta sexual feminina, ajudando na excitação.
Inibização da enzima PDE-5
(Relaxamento Muscular)
Impede a degradação de uma substância (cGMP) que relaxa os músculos e facilita a ereção.
O mesmo mecanismo atua relaxando os músculos da região íntima, facilitando a resposta sexual.
Aumento dos Níveis de Testosterona
(Equilíbrio Hormonal)
O mesmo mecanismo atua relaxando os músculos da região íntima, facilitando a resposta sexual.
O mesmo mecanismo atua relaxando os músculos da região íntima, facilitando a resposta sexual.
Mecanismos de Ação LIBOOST®
Libertação de Óxido Nítrico
(Melhoria da circulação)
Homens
Ajuda a aumentar o fluxo de sangue no sistema reprodutor masculino, o que favorece a ereção e aumenta o desejo sexual.
Mulheres
Melhora o funcionamento natural da fase inicial da resposta sexual feminina, ajudando na excitação.
Inibização da enzima PDE-5
(Relaxamento Muscular)
Homens
Impede a degradação de uma substância (cGMP) que relaxa os músculos e facilita a ereção.
Mulheres
O mesmo mecanismo atua relaxando os músculos da região íntima, facilitando a resposta sexual.
Aumento dos Níveis de Testosterona
(Equilíbrio Hormonal)
Homens
O mesmo mecanismo atua relaxando os músculos da região íntima, facilitando a resposta sexual.
Mulheres
O mesmo mecanismo atua relaxando os músculos da região íntima, facilitando a resposta sexual.
Origem
Extrato padronizado da Damiana (Turnera diffusa), no qual tem origem da produção no México e extração na Europa.
Registado
O Liboost® está padronizado para ≥1,5% de Liboonoides® por HPLC, o biomarcador definido como um complexo de flavonoides bioativos encontrado na damiana. Os flavonóides bioactivos em Liboost® incluem três grupos principais: glicosídeos de luteolina, glicosídeos de apigenina e flavonas agliconas.
Segurança
Os extratos de damiana estão entre os ingredientes mais adulterados. A técnica laboratorial HPLC permite garantir e confirmar a presença na quantidade exata das biomoléculas que permitem obter resultados.
PORQUE É QUE ISTO É IMPORTANTE?
Mais de 95% dos suplementos adulterados são produtos que visam a perfomance sexual, de acordo com a DFA. O sildenafil (fármaco presente no Viagra) é o mais utilizado para adulteração. Deste modo, apresentam efeitos secundários relacionados e a sua segurança e toxicologia não são declaradas!
“Liboost® é uma marca registada da Pharmaceutical Biotech Products, S.L.U.”
| Ingredientes | Toma Diária: 2 cápsulas Tomas por embalagem: 30 | %VRN |
|---|---|---|
| Liboost® | 300 mg | ** |
| Extrato seco Trigonella foenum-graecum L., Feno Grego | 100 mg | ** |
| Extrato seco Tribulus terrestris L., Tribulus | 100 mg | ** |
| Extrato seco Lepidium meyenii Walp, Maca | 80 mg | ** |
| Extrato seco Asparagus racemosus Willd, Shatavari | 80 mg | ** |
| Óxido zinco (80 % Zn elemento) | 25 mg (20 mg Zn) | 200% |
| Selenometionina (45% Se elemento) | 122,22 μg (55 μg Se) | 100% |
*VRN estabelecida pelo Regulamento (UE) Nº 1169/2011 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de Outubro de 2011.
**VRN (valor de referência nutricional não estabelecida)
Informações Complementares
📋 Modo de usar
Tomar 2 cápsulas por dia.
🌿 Composição
Liboost® (Extrato seco de Turnera diffusa Wild. ex Schult., Damiana – Folhas); Extrato seco de Trigonella foenum-graecum L., Feno Grego – Sementes; Extrato seco de Tribulus terrestris L.,Tribulus – Planta; Extrato seco de Lepidium meyenii Walp., Maca – Raiz; Extrato seco de Asparagus racemosus Willd, Shatavari – Raiz; Óxido zinco, Selenometionina, Celulose microcristalina (Agente de volume), sais de magnésio de ácidos gordos (Antiaglomerante); Cápsula: Gelatina, Complexo cúprico de clorofila e de clorofilina (corante).
📍 Importante
Não exceder a toma diária recomendada. Os suplementos alimentares não devem ser utilizados como substitutos de um regime alimentar variado. É importante um regime alimentar equilibrado e um modo de vida saudável. Não se recomenda a utilização deste produto em caso de gravidez e aleitamento. O produto não deve ser utilizado no caso de hipersensibilidade, alergia e quando estejam descritas interações de outro produto com qualquer um dos constituintes da formulação. Preservar ao abrigo da luz, do calor e da humidade. Conservar em local seco na embalagem original e a temperatura inferior a 25ºC. Manter fora do alcance e da visão das crianças.
Principais Ingredientes
Liboost®
É um extrato da Damiana (Turnera diffusa) que demonstrou ser o primeiro extrato natural para performance sexual unissexo, comprovado por estudos ao consumidor. Por ser normalizado indica que há controlo de concentração de princípios ativos garantindo a sua eficácia no aumento da libido e a função sexual em homens e mulheres. O seu mecanismo permite aumentar a libertação de óxido nítrico promovendo a vasodilatação e a melhoria do fluxo sanguíneo, que são essenciais para uma boa resposta sexual. Ajuda inibir a enzima PDE-5, que ajuda a relaxar os músculos lisos e ajuda a inibir a degradação da testosterona, apoiando a manutenção de níveis saudáveis para uma resposta sexual masculina e feminina adequada. Os resultados permitiram demonstrar que a utilização regular durante 4 semanas aumentou todos os parâmetros sexuais em ambos os sexos.
Bibliografia:
1. Szewczyk K., Zidorn C. Ethnobotany, phytochemistry, and bioactivity of the genus Turnera (Passifloraceae) with a focus on damiana—Turnera diffusa. J. Ethnopharmacol. 2014;152:424–443.
2. Zhao et al.; Anti-aromatase activity of the constituents of Damiana (Turnera diff.) Journal of Ethnopharmacology 120 (3), 387-393, 2008.
3. Feistel, B., Walbroel, B.; Traditional aphrodisiaca Turnera diffusa WILLD. – new human aspects. Poster at 15th International Congress PHYTOPHARM 2011, July 25-27, 2011, Nuremberg, Germany
Feno Grego
O feno grego, também conhecido como fenacho ou alforvas, é uma planta medicinal da espécie Trigonella foenum-graecum, que possui propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e antidiabéticas, sendo muito utilizada como remédio caseiro para diabetes, cólica menstrual ou colesterol alto, por exemplo.
A parte utilizada do feno grego na medicina popular são as sementes, de onde são extraídas as substâncias ativas com propriedades medicinais. No entanto, as folhas frescas ou secas do feno grego também podem ser usadas na culinária, como tempero no preparo de alimentos ou pães.
Alguns estudos mostram que a fibra solúvel presente na semente do feno grego é rica em galactomanana, uma substância capaz de reduzir a absorção de açúcar da alimentação, ajudando a regular os níveis de açúcar no sangue.
O feno grego ajuda a emagrecer pois é rico em fibras, que reduzem a fome e aumentam a sensação de saciedade, além de substâncias antioxidantes e anti-inflamatórias, como os flavonóides e o ácido caféico, que diminuem a absorção de gorduras e açúcar pelos intestinos, ajudando na perda de peso.
Por ser rico em fibras, as sementes do feno grego ajudam a reduzir a absorção de gorduras da alimentação, o que faz com que a planta seja capaz de regular os níveis de colesterol ruim e controlar a pressão arterial, reduzindo o risco de doenças cardiovasculares graves como infarto do miocárdio ou aterosclerose, por exemplo.
Quando utilizado durante o período menstrual, ajuda a aliviar os sintomas de cólicas, além de cansaço, dor de cabeça, sensação de falta de energia ou até tontura. Isto porque as sementes contêm substâncias anti-inflamatórias, como alcalóides, saponinas e apigeninas, que reduzem a inflamação causada pelo útero durante a menstruação.
Os antioxidantes e as substâncias anti-inflamatórias presentes no feno grego tonificam e limpam a pele por serem antissépticas e esfoliantes, melhorando a qualidade da pele, além de tratar problemas como alergias, acne, eczema ou psoríase.
Além disso, as substâncias antioxidantes do feno grego impedem a formação de radicais livres que danificam as células e, assim, retardam o envelhecimento da pele.
Bibliografia
1. Vyas, S.; et al. Analgesic and anti-inflammatory activities of Trigonella foenum-graecum (seed) extract. Acta Pol Pharm. 65. 4; 473-6, 2008
2. Mathern, J. R.; et al. Effect of fenugreek fiber on satiety, blood glucose and insulin response and energy intake in obese subjects. Phytother Res. 23. 11; 1543-8, 2009
3. Losso, J. N.; et al. Fenugreek bread: a treatment for diabetes mellitus. J Med Food. 12. 5; 1046-9, 2009
4. Ouzir, M.; El Bairi, K.; Amzazi, S. Toxicological properties of fenugreek (Trigonella foenum graecum). Food Chem Toxicol. 96. 145-54, 2016
5. Steels, E.; Rao, A.; Vitetta, L . Physiological aspects of male libido enhanced by standardized Trigonella foenum-graecum extract and mineral formulation. Phytother Res. 25. 9; 1294-300, 2011
6. Maheshwari, Anuj. Efficacy of FurosapTM, a novel Trigonella foenum-graecum seed extract, in Enhancing Testosterone Level and Improving Sperm Profile in Male Volunteers. Int J Med Sci. 14. 1; 58–66, 2017
7. Nagulapalli, Venkata K. C.; et al . A small plant with big benefits: Fenugreek (Trigonella foenum-graecum Linn.) for disease prevention and health promotion. Mol Nutr Food Res. 61. 6; 1-26, 2017
8. Basu, Tapan K.; Srichamroen, Anchalee. Bioactive Foods in Promoting Health Fruits and Vegetables: Chapter 28 – Health Benefits of Fenugreek (Trigonella foenum-graecum leguminosse). 1st. Elsevier, 2010. 425-435.
9. Iburg, Anne. O guia das plantas medicinais: ingredientes, efeitos medicinais e aplicações: Feno-grego. 1.ed. Caracter, 2010. 234-235.
10. Yadav, Rashmi; Kaushik, Rahul; Gupta, Dipeeka. The health benefits of Trigonella foenum-graecum: A review. International Journal of Engineering Research and Applications (IJERA). 1. 1; 32-35, 2011
Tribulus Terrestris
O Tribulus terrestris, tem sido utilizado nos sistemas medicinais indianos e chineses no tratamento de diversos tipos de doença.
Apesar do seu principal efeito farmacológico estudado ser o tratamento/prevenção de distúrbios sexuais, o seu conteúdo em flavonoides, alcaloides e saponinas esteroides, também lhe conferem atividade afrodisíaca, diurética (poupadora de potássio), antidiabética, imunomoduladora, hipolipidémica, anti-hipertensora, cardiotónica, hepatoprotetora, analgésica, anti-inflamatória, antiespasmódica, antimicrobiana, anticancerosa e anti-envelhecimento 1–3.
Originário da Índia, é utilizado como estimulante sexual na medicina tradicional grega, indiana e chinesa, sendo que os seus constituintes aumentam a produção de hormona luteinizante, testosterona, estrogénio e outros esteroides.
As saponinas esteroides poderão ser responsáveis pela atividade hormonal intrínseca por estimulação direta de tecidos endócrinos responsivos como o útero e órgão genital feminino, tendo sido proposto que os bioativos constituintes possam ser convertidos a androgénios leves, que por sua vez poderiam ser convertidos em androgénios mais potentes, com uma correlação positiva com o desejo sexual 4,5.
Esta planta medicinal tem sido usada no tratamento de infertilidade, disfunção eréctil e disfunção de desejo sexual em ambos os sexos devido à sua capacidade de influenciar os níveis ou mimetizar a função das hormonas sexuais 6.
Está proposta como alternativa segura com poucos efeitos colaterais, no tratamento de distúrbios de desejo sexual em mulheres na pós-menopausa 7.
Tem ainda um longo historial de uso tradicional em afeções como irregularidades menstruais, somáticas e em sintomas psicológicos e urogenitais. Demonstrou melhorias na redução da intensidade, quantidade e duração de sintomas de transição da menopausa como afrontamentos e suores noturnos, palpitações, distúrbios do sono, sintomas depressivos, irritabilidade, fadiga e alívio de problemas do sistema locomotor 8.
Bibliografia
1. Chhatre S, Nesari T, Somani G, Kanchan D, Sathaye S. Phytopharmacological overview of Tribulus terrestris. Pharmacogn Rev. 2014;8(15):45-51. doi:10.4103/0973-7847.125530
2. Ștefănescu R, Tero-Vescan A, Negroiu A, Aurică E, Vari CE. A comprehensive review of the phytochemical, pharmacological, and toxicological properties of tribulus terrestris l. Biomolecules. 2020. doi:10.3390/biom10050752
3. Zhu W, Du Y, Meng H, Dong Y, Li L. A review of traditional pharmacological uses, phytochemistry, and pharmacological activities of Tribulus terrestris. Chem Cent J. 2017. doi:10.1186/s13065-017-0289-x
4. Kostova I, Dinchev D. Saponins in Tribulus terrestris – Chemistry and bioactivity. Phytochem Rev. 2005;4:111-137. doi:10.1007/s11101-005-2833-x
5. Postigo S, Lima SMRR, Yamada SS, Reis BF dos, Silva GMD da, Aoki T. Assessment of the Effects of Tribulus Terrestris on Sexual Function of Menopausal Women. Rev Bras Ginecol Obs. 2016;38(3):104-146.
6. Vale FBC, Zanolla Dias de Souza K, Rezende CR, Geber S. Efficacy of Tribulus Terrestris for the treatment of premenopausal women with hypoactive sexual desire disorder: a randomized double-blinded, placebo-controlled trial. Gynecol Endocrinol. 2018:1-4. doi:10.1080/09513590.2017.1409711
7. De Souza KZD, Vale FBC, Geber S. Efficacy of Tribulus terrestris for the treatment of hypoactive sexual desire disorder in postmenopausal women: A randomized, double-blinded, placebo-controlled trial. Menopause. 2016;23(11):1252-1256. doi:10.1097/GME.0000000000000766
8. Fatima L, Sultana A. Efficacy of Tribulus terrestris L. (fruits) in menopausal transition symptoms: A randomized placebo controlled study. Adv Integr Med. 2017;4(2):56-65. doi:10.1016/j.aimed.2017.04.005
Maca
A Maca é um alimento nativo da região dos Andes, que se popularizou por sua composição rica em nutrientes e minerais, bem como seus benefícios para a saúde.
Encontrada como suplemento nutricional, a raiz passou por pesquisas ao longo dos anos com o objetivo de identificar suas propriedades farmacológicas.
Neste processo, benefícios como redução de sintomas da menopausa, melhora na fertilidade e impactos positivos para a saúde mental foram observados.
Estudos apontam que a Maca possui efeito estimulante, vasodilatador e tônico, refletindo positivamente na libido de homens e mulheres, e auxiliando no tratamento da disfunção erétil. Um ensaio clínico realizado com homens que consumiram a planta, demonstrou melhora do desejo sexual após oito semanas de uso.
Pode ajudar a diminuir alguns dos principais sintomas que afetam a qualidade de vida da mulher na menopausa, como as ondas de calor e a irritabilidade. Outros benefícios foram relatados por mulheres que participaram num estudo, como melhora da libido, redução da fadiga e até aumento da hidratação da pele.
Uma pesquisa publicada pela revista Evidence-based Complementary and Alternative Medicine, mostrou que o extrato de Maca pode melhorar a contagem e a mobilidade dos espermatozoides. O estudo foi realizado com homens entre 24 e 44 anos, e os resultados revelaram um aumento de 20% na contagem de epermatozoides e 14% na mobilidade dos mesmos, melhorando a fertilidade.
As propriedades antioxidantes da Maca Peruana também foram reveladas em estudos, e podem ser grandes aliadas no combate ao stress oxidativo das células e na prevenção do envelhecimento sistêmico precoce.
Estudos indicam que a Maca possui efeito antidepressivo e pode ajudar no tratamento da ansiedade excessiva, inclusive em mulheres na menopausa. Segundo uma pesquisa divulgada pela universidade Unijorge, esse alimento pode melhorar a sensação de bem-estar e a energia, além de estabilizar o humor, impactando positivamente na saúde mental.
A osteoporose é um problema normalmente ligado ao processo de envelhecimento e alterações hormonais da menopausa, que provoca a redução da absorção de cálcio e outros minerais pelo corpo, culminando na perda de massa óssea.
Estudos compartilhados no artigo “Maca peruana (Lepidium Meyenii Walp): Panorama Atual” demonstraram que o extrato pode ajudar no aumento da densidade mineral óssea e auxiliar na reversão da perda óssea.
Também possui ação imunomoduladora, o que tem relação com a presença de polissacarídeos e a notável capacidade antioxidante da planta. Além disso, a Maca é rica em nutrientes que ajudam no fortalecimento do sistema imunológico contra infecções.
A Maca Peruana contém boas quantidades de fibras e é capaz de reduzir a absorção da glicose e evitar a liberação exagerada de insulina pelo organismo, auxiliando no controle do diabetes.
Bibliografia:
1. Sandoval M, Okuhama NN, Angeles FM, Melchor VV, Condezo LA, Lao J, et al.. Antioxidant activity of the cruciferous vegetable Maca (Lepidium meyenii). Food Chem. (2002) 79:207–13.
2. Gonzales-Castañeda C, Rivera V, Chirinos AL, Evelson P, Gonzales GF. Photoprotection against the UVB-induced oxidative stress and epidermal damage in mice using leaves of three different varieties of Lepidium meyenii (maca). Int J Dermatol. (2011) 50:928–38.
3. Gonzales GF, Villaorduña L, Gasco M, Rubio J, Gonzales C. Maca (Lepidium meyenii Walp), una revisión sobre sus propiedades biológicas. Rev Per Med Exp Y Salud Pública. (2014) 31:100–10.
4. Zha S, Zhao Q, Chen J, Wang L, Zhang G, Zhang H, et al.. Extraction, purification and antioxidant activities of the polysaccharides from maca (Lepidium meyenii). Carbohydrate polymers. (2014) 111:584–7.
5. Zenico T, Cicero AF, Valmorri L, Mercuriali M, Bercovich E. Subjective effects of Lepidium meyenii (Maca) extract on well-being and sexual performances in patients with mild erectile dysfunction: a randomised, double-blind clinical trial. Andrologia. (2009) 41:95–9.
Shatavari
É uma planta medicinal ayurvédica tradicionalmente conhecida como a “planta dos cem maridos”, devido à sua forte associação com a vitalidade feminina, fertilidade e equilíbrio hormonal. É considerada um dos principais tónicos rejuvenescedores para a saúde da mulher em todas as fases da vida. Atua como modulador natural de estrogénio, ajudando a regular o ciclo menstrual e aliviar sintomas da TPM, SOP e menopausa. Reduz ondas de calor, suores noturnos, irritabilidade e alterações de humor. Estimula a fertilidade feminina, melhora a qualidade do útero e prepara o corpo para a concepção e aumenta a libido e reduz inflamações nos órgãos sexuais. TEm ainda a capacidade de ajudar o corpo a lidar com o stress físico e emocional, reduzindo a fadiga e melhorando o sono.
Bibliografia:
1. Kinage P, Chaudhari D. Shatavari: one solution for various female health issues – a review. World J Pharm Pharm Sci. 2016;5:1105–1114.
2. Sharma K, Bhatnagar M. Asparagus racemosus (Shatavari): a versatile female tonic. Int J Pharm Biol Arch. 2011;2:855–863.
Zinco
O Zinco é um oligoelemento essencial, o que significa que não é produzido pelo organismo, sendo necessário ingeri-lo na dieta ou através de suplementação alimentar para manter o seu aporte adequado e prevenir doenças inerentes ao seu défice. Este elemento é necessário por aproximadamente 300 enzimas no metabolismo celular – como a superóxido dismutase, com função antioxidante intracelular. Os seus efeitos anti-inflamatórios estão bem documentados e por outro lado, a inflamação, aguda ou crónica, induz alterações metabólicas e fisiológicas deste mineral.
Tem particular interesse, também, pela sua contribuição para o crescimento, desenvolvimento, cicatrização de feridas, função imune e síntese de colagénio, entre outras funções, não se conhecendo o mecanismo do seu efeito no folículo capilar.
O Zinco está associado a múltiplos aspetos do sistema imunitário, sendo crucial para o normal desenvolvimento e função das células da imunidade inata. Tem ainda capacidade antioxidante e estabilizadora de membranas, sugerindo um papel na prevenção de danos oxidativos em processos inflamatórios. De facto, estudos apontam para os benefícios da suplementação com Zinco nas doenças infeciosas, reduzindo a incidência e duração de diarreias e infeções do trato respiratório inferior como as constipações.
A capacidade cicatrizante do Zinco também é bastante reconhecida. Apresentando-se como um aliando importante na cicatrização de tecidos como o epitélio (tecido intestinal, importante cicatrizar em doentes com doença de Crohn), gástrico (tecido do estômago, em doentes com úlceras ou gastrites), tecido pulmonar (importante em fumadores) ou em pessoas pós-cirurgia para promover a cicatrização do tecido invadido. Assim sendo, a suplementação oral com Zinco pode ser benéfica no tratamento de pessoas com úlceras, por potenciar a multiplicação celular.
Este mineral também parece ter importância ao nível da visão. A córnea tem a maior concentração de Zinco de todos os tecidos do organismo onde poderá desempenhar um papel protetor. Estudos da doença ocular relacionada com a idade (AREDS) concluíram que pacientes suplementados com Zinco apresentam uma redução na probabilidade de desenvolvimento de degeneração macular e redução na progressão da doença. Para além disto, a deficiência em Zinco poderá causar cegueira noturna, edema da córnea com possível progressão para opacidade da córnea, assim como conjuntivite seca que poderá progredir para secura ocular (xeroftalmia) e queratomalácia.
A deficiência de Zinco é um grande problema para a saúde e afeta o crescimento do cabelo e unhas, sendo que a alopécia se apresenta como sinal de carência deste mineral, com melhorias após suplementação oral. Para além disto, resulta em sintomas como dermatite, perda de peso, diarreia, infeções e disfunção imunológica, hipogonadismo e problemas de cicatrização de úlceras.
Estudos mostram que doentes que sofrem de Alzeimer, Esclerose Lateral Amiotrófica, Lesão Cerebral, Depressão, Esquizofrenia e Parkinson apresentam níveis inferiores de Zinco, pelo que, a sua suplementação deve ser tida em conta nestas situações 12.
A suplementação com Zinco também parece reduzir o risco de aterosclerose e proteger contra o enfarte do miocárdio e lesão isquémica 7.
Resumidamente, o aporte adequado de Zinco contribui para o normal funcionamento do sistema imunitário, para a proteção das células contra as oxidações indesejáveis, para o normal metabolismo dos hidratos de carbono, lípidos e proteínas, para a regeneração celular e manutenção da pele, cabelo, unhas, visão e ossos normais, para a manutenção de níveis normais de testosterona no sangue e para uma fertilidade, reprodução e função cognitiva normais.
Bibliografia
1. Silverio Amancio OM, Alves Chaud DM, Yanaguibashi G, Esteves Hilário MO. Copper and zinc intake and serum levels in patients with juvenile rheumatoid arthritis. Eur J Clin Nutr. 2003. doi:10.1038/sj.ejcn.1601601
2. Milanino R, Marrella M, Gasperini R, Pasqualicchio M, Velo G. Copper and zinc body levels in inflammation: An overview of the data obtained from animal and human studies. Agents Actions. 1993:195-209. doi:10.1007/BF01998974
3. Sahebari M, Ayati R, Mirzaei H, et al. Serum Trace Element Concentrations in Rheumatoid Arthritis. Biol Trace Elem Res. 2016. doi:10.1007/s12011-015-0501-6
4. Xin L, Yang X, Cai G, et al. Serum Levels of Copper and Zinc in Patients with Rheumatoid Arthritis: a Meta-analysis. Biol Trace Elem Res. 2015. doi:10.1007/s12011-015-0325-4
5. Goldberg LJ, Lenzy Y. Nutrition and hair. Clin Dermatol. 2010;28:412-419. doi:10.1016/j.clindermatol.2010.03.038
6. Prasad AS. Zinc in human health: Effect of zinc on immune cells. Mol Med. 2008;14(5-6):353-357. doi:10.2119/2008-00033.Prasad
7. Choi S, Liu X, Pan Z. Zinc deficiency and cellular oxidative stress: Prognostic implications in cardiovascular diseases review-article. Acta Pharmacol Sin. 2018. doi:10.1038/aps.2018.25
8. McCusker MM, Durrani K, Payette MJ, Suchecki J. An eye on nutrition: The role of vitamins, essential fatty acids, and antioxidants in age-related macular degeneration, dry eye syndrome, and cataract. Clin Dermatol. 2016;34:276-285. doi:10.1016/j.clindermatol.2015.11.009
9. Whatham A, Bartlett H, Eperjesi F, et al. Vitamin and mineral deficiencies in the developed world and their effect on the eye and vision. Ophthalmic Physiol Opt. 2008;28(1):1-12. doi:10.1111/j.1475-1313.2007.00531.x
10. Haneke E, Baran R. Micronutrients for hair and nails. In: Nutrition for Healthy Skin: Strategies for Clinical and Cosmetic Practice. ; 2011. doi:10.1007/978-3-642-12264-4_14
11. Muhamed PK VS. Zinc is the most important trace element. Ugeskr laeger. 2014.
12. Portbury SD, Adlard PA. Zinc signal in brain diseases. Int J Mol Sci. 2017. doi:10.3390/ijms18122506
Selenometionina
A selenometionina é uma das principais formas orgânicas de selénio. Fornece selénio para a síntese de selenoproteínas antioxidantes para proteger os espermatozoides contra danos oxidativos, preservando a integridade do DNA, motilidade e vitalidade. Estudos mostram que suplementação com selénio (sobretudo na forma de selenometionina) pode melhorar parâmetros do sêmen em homens com infertilidade idiopática (sem causa aparente). O selénio é necessário para a função normal dos testículos. A forma selenometionina, ao ser mais biodisponível, ajuda a manter níveis adequados de selénio para suportar a síntese de testosterona, influenciando libido e função erétil. A ação antioxidante da selenometionina pode proteger os óvulos contra stress oxidativo, que afeta a qualidade folicular e a capacidade de fecundação. Há evidência de que o selénio adequado contribui para regularidade menstrual e pode apoiar a saúde reprodutiva feminina.
Bibliografia:
1. Mistry H D, Broughton Pipkin F, Redman C W, Poston L. Selenium in reproductive health. Am J Obstet Gynecol. 2012;206(01):21–30.
2. Mintziori G, Mousiolis A, Duntas L H, Goulis D G. Evidence for a manifold role of selenium in infertility. Hormones (Athens) 2020;19(01):55–59.
3. Moslemi M K, Tavanbakhsh S. Selenium-vitamin E supplementation in infertile men: effects on semen parameters and pregnancy rate. Int J Gen Med. 2011;4:99–104.









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