plus energic

19,00 

Suplemento Alimentar com: Vitamina C, Silimarina, Cafeína, Vitamina B6 e Vitamina B2.

Contém: Lactose.

Apresentação: caixa com 12 comprimidos efervescentes.

Devido ao nosso processo de rebranding, este produto pode ser entregue com uma embalagem diferente da apresentada.

Ref. F302070 Categoria: Tag Marca:

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IngredientesToma Diária: 2 comprimidos
Tomas por embalagem: 6
%VRN
Vitamina C900 mg1125%
Extrato seco Silybum marianum, Cardo Mariano
(Silimarina)
350 mg
(140 mg)
**
Cafeína100 mg**
Vitamina B610 mg714%
Vitamina B27,3 mg521%

*VRN estabelecida pelo Regulamento (UE) Nº 1169/2011 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de Outubro de 2011.
**VRN (valor de referência nutricional não estabelecida)

Informações Complementares

Dissolver um comprimido num copo de água, pela manhã e imediatamente antes do almoço. Tomar imediatamente após a efervescência terminar.

Lactose, Gelificante: Polivinilpolipirrolidona; Regulador da acidez: Bicarbonato de Sódio, Ácido Tartárico; Vitamina C (Ácido L-ascórbico); Anti-aglomerante: PEG 6000; Extracto seco de Silybum marianum, Cardo Mariano (Teor Mínimo de 40% de Silimarina); Regulador da acidez: Ácido Cítrico; Aroma; Cafeína; Intensificador de sabor: Glutamato monossódico; Vitamina B6 (Cloridrato de Piridoxina); Edulcorante: Sacarina Sódica; Vitamina B2 (Riboflavina 5- fosfato de sódio).

A vitamina C contribui para manter o normal funcionamento do sistema imunitário durante e após exercício físico intenso.
A vitamina C contribui para a normal formação de colagénio para funcionamento normal dos vasos sanguíneos.
A vitamina C contribui para a normal formação de colagénio para funcionamento normal dos ossos.
A vitamina C contribui para a normal formação de colagénio para funcionamento normal das cartilagens.
A vitamina C contribui para a normal formação de colagénio para funcionamento normal da pele.
A vitamina C, a riboflavina e a vitamina B6 contribuem para o normal metabolismo produtor de energia.
A vitamina C e a riboflavina contribuem para a proteção das células contra as oxidações indesejáveis.
A vitamina C, a riboflavina e a vitamina B6 contribuem para a redução do cansaço e da fadiga.
A vitamina C aumenta a absorção de ferro.
A vitamina C, a riboflavina e a vitamina B6 contribuem para o normal funcionamento do sistema nervoso.
A vitamina C e a vitamina B6 contribuem para o normal funcionamento do sistema imunitário.
A vitamina C contribui para a regeneração da forma reduzida da vitamina E.
A vitamina B6 contribui para a síntese normal da cisteína.
A vitamina B6 contribui para o normal metabolismo da homocisteína.
A vitamina B6 contribui para o metabolismo normal das proteínas e do glicogénio.
A vitamina B6 contribui para uma normal função psicológica.
A vitamina B6 e a riboflavina contribuem para a formação normal de glóbulos vermelhos.
A vitamina B6 contribui para a regulação da atividade hormonal.
A riboflavina contribui para a manutenção de mucosas normais.
A riboflavina contribui para a manutenção de pele normal.
A riboflavina contribui para a manutenção de uma visão normal.
A riboflavina contribui para o normal metabolismo do ferro.

Não exceder a toma diária recomendada. Os suplementos alimentares não devem ser utilizados como substitutos de um regime alimentar variado. É importante um regime alimentar equilibrado e um modo de vida saudável. Devido à inexistência de estudos que confirmem a segurança de utilização em caso de gravidez e aleitamento, este suplemento não deve ser utilizado nestas situações, salvo indicação médica. O produto não deve ser utilizado no caso de hipersensibilidade, alergia e quando estejam descritas interações de outro produto com qualquer um dos constituintes da formulação. Preservar ao abrigo da luz, do calor e da humidade. Conservar em local seco na embalagem original e a temperatura inferior a 25ºC. Manter fora do alcance e da visão das crianças. Contem açúcar e edulcorantes. Contém cafeína.

Apesar de integralmente sustentada em fontes de referência com reconhecido valor e prestígio nacional e internacional, a informação contida nestas páginas não pode ser considerada como exaustiva ou, apesar de todos os esforços de melhoria contínua, isenta de incorreções inadvertidas. As plantas e seus derivados utilizados na preparação de suplementos alimentares têm efeitos nutricionais, e podem interagir com medicamentos e outros suplementos. A sua inclusão em produtos para consumo humano obriga à prévia determinação de segurança, porém, essa segurança depende de uma utilização responsável. A Nutriama não assume qualquer responsabilidade por problemas decorrentes da má utilização da informação disponibilizada. Se precisar de aconselhamento específico, deverá recorrer diretamente a um profissional devidamente qualificado.

Principais Ingredientes

A papaína é uma enzima que degrada proteínas e é encontrada naturalmente na papaia. As populações originárias na América, África e algumas ilhas do Caribe já a utilizavam no tratamento de ferimentos no passado, por sua ação cicatrizante.

Por ser uma enzima proteolítica, a papaína tem a capacidade de quebrar proteínas em componentes menores, como peptídeos e aminoácidos. Essa característica é fundamental para sua aplicação em tratamentos de feridas, queimaduras e úlceras, devidos às suas propriedades anti-inflamatórias e cicatrizantes diminuindo a inflamação e o risco de infeções.

Porém, somente em 1879, Wurtz & Bouchut publicaram um estudo sobre o “fermento digestivo da papaia”, que ganhou o nome de papaína, que é usado até hoje.

Na área cosmética, a papaína é utilizada como um poderoso esfoliante enzimático. E o que isso significa? Que a enzima “digere” o acúmulo de células mortas na parte mais externa da pele, conhecida também como camada córnea. Ou seja, não danifica a pele saudável que está por baixo.

Este tipo de esfoliação ajuda a reduzir a espessura da camada mais externa da pele. Além de deixar a pele mais fina, uniforme, iluminada e viçosa, melhora a textura, colabora com a manutenção da hidratação e é bem tolerada por todos os tipos de pele.

Incluem-se a melhoria e prevenção da celulite, a melhor digestão das proteínas e, em geral, a redução na retenção de líquidos e inflamação.

A papaína, contida na papaia, é uma enzima que ajuda a digerir as proteínas dos diferentes alimentos e conseguir neutralizar os ácidos gástricos, conseguindo assim favorecer a digestão e prevenindo a formação de gases.

Além disso, a papaia tem propriedades diuréticas e antioxidantes já que proporciona muita vitamina C e licopeno.

Bibliografia

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O Cardo Mariano, cujo nome científico é Silybum marianum, é uma das plantas mais estudadas no trata­mento de doenças hepáticas. Tem um uso tradicional como alimento, tónico, galactogogo e em afeções endócrinas, digestivas e depressão.

Os principais compostos bioativos do Cardo Mariano são três flavonoides isómeros naturais, conhecidos no seu conjunto como Silimarina, e que estão concentrados sobretudo no fruto e nas sementes desta planta. A Silimarina atua como um antioxidante, ao reduzir a produção de radicais livres e a peroxidação lipídica, possui atividade antifibrótica e inibe a ligação de toxinas aos recetores membranares dos hepatócitos, atuando como um protetor hepático e um desintoxicante na­tural. As suas propriedades regeneradoras hepáticas devem-se à sua capacidade de induzir o aumento da síntese proteica nos hepatócitos, além de diminuir os níveis de malondialdeído (MDA) e aumentar significativamente a atividade antioxidante da gluta­tiona (GSH).

A silimarina tem sido muito utilizada no tratamento de distúrbios da vesícula biliar (colerético), doença hepática, cirrose, icterícia, hepatites virais agudas e crónicas e doenças hepáticas induzidas por toxinas. Para além disto, beneficia o sistema nervoso com efeitos neuroprotetores via mecanismos antioxidantes e anti-inflamatórios, bem como potencial antidepressivo.

As suas propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e pró-apoptóticas têm-se revelado muito úteis ao nível da cardio, neuro e hepatoproteção.

Tem vindo a demonstrar propriedades benéficas na proteção renal, capacidade hipolipemiante, atividade anti-aterosclerótica, e revelou-se útil na prevenção da resistência à insulina, especialmente em doentes cirróticos e oncológicos.

Bibliografia

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3. Greenlee H, Abascal K, Yarnell E, Ladas E. Clinical applications of Silybum marianum in oncology. Integr Cancer Ther. 2007;6(2):158-165. doi:10.1177/1534735407301727
4. Shaker E, Mahmoud H, Mnaa S. Silymarin, the antioxidant component and Silybum marianum extracts prevent liver damage. Food Chem Toxicol. 2010;48:803-806. doi:10.1016/j.fct.2009.12.011
5. Abenavoli L, Capasso R, Milic N, Capasso F. Milk thistle in liver diseases: Past, present, future. Phyther Res. 2010;24:1423-1432. doi:10.1002/ptr.3207
6. Vargas-Mendoza N, Madrigal-Santillán E, Morales-González Á, et al. Hepatoprotective effect of silymarin. World J Hepatol. 2014;6(3):144-149. doi:10.4254/wjh.v6.i3.144
7. Milić N, Milošević N, Suvajdžič L, Žarkov M, Abenavoli L. New therapeutic potentials of Milk thistle (Silybum marianum). Nat Prod Commun. 2013;8(12):1801-1810. doi:10.1177/1934578×1300801236
8. Bahmani M, Shirzad H, Rafieian S, Rafieian-Kopaei M. Silybum marianum: Beyond Hepatoprotection. J Evidence-Based Complement Altern Med. 2015;20(4):292-301. doi:10.1177/2156587215571116

A Cafeína é uma espécie de xantina alcaloide metabolizada pelo fígado, originando os metabolitos ativos teofilina, teobromina e paraxantina, desencadeando rapidamente efeitos no organismo. O pico de Cafeína ocorre normalmente 30 minutos após a sua ingestão, variando de pessoa para pessoa, de acordo com a sua sensibilidade e tolerância.

A sensibilidade à Cafeína depende da componente genética, sendo que em metabolizadores lentos, a cafeína pode ter um efeito estimulante mais duradouro ou até provocar efeitos adversos.

Por sua vez, a tolerância é desenvolvida de acordo com o consumo, isto é, pessoas que habitualmente não consomem Cafeína tendem a ser mais sensíveis aos seus efeitos. Estando dependente, ainda, da dose consumida, das fontes de Cafeína, de fatores individuais como idade, peso corporal, tabagismo, utilização de fármacos e condição de saúde. 

O consumo moderado desta molécula (até 400 mg/dia) poderá ter efeitos benéficos no organismo, estimulando o sistema nervoso central (SNC), o coração, os músculos e os centros que controlam a pressão arterial.

Ao nível do SNC, a cafeína leva ao aumento da libertação de catecolaminas e endorfinas, aumentando o estado de vigília e a capacidade de concentração, otimizando o rendimento intelectual e auxiliando no combate da fadiga mental.

Também existe alguma evidência da sua eficácia na diminuição do tempo de reação, da sonolência e do cansaço, para além de melhorias da memória em estudantes e idosos com declínio das funções cerebrais.

Poderá ter um papel na prevenção do efeito degenerativo associado à idade, na prevenção de doenças como o Parkinson Alzheimer e na redução dos seus sintomas.

O principal mecanismo de ação da Cafeína deve-se à sua similaridade estrutural com a molécula de adenosina, um potente neuromodulador, que inibe a libertação de diversos neurotransmissores. Tem a capacidade de se ligar aos recetores da adenosina, bloqueando-os; deste modo, a ação inibitória da adenosina fica impedida, sendo o efeito da Cafeína, consequentemente, estimulante. Por sua vez, a adenosina que permanece em circulação gera a libertação de adrenalina pelas glândulas adrenais.

Para além disto, a Cafeína interfere na regulação da dopamina, o neurotransmissor do bem-estar, por isso, poderá ter influência na regulação do humor e melhoria de estados depressivos.

A Cafeína também ajuda a relaxar os músculos lisos como a bexiga, útero e intestinos, ajudando a regular o trânsito intestinal.

Também poderá ter um efeito diurético e termogénico, o que significa que poderá ter a capacidade de acelerar o metabolismo basal, aumentando o dispêndio energético. Assim sendo, poderá representar uma vantagem na redução moderada do peso a curto prazo em pessoas obesas.

O seu efeito estimulante leva ao aumento da capacidade de trabalho e volume de exercício físico executado e, como tal, à redução de massa gorda.

O consumo de Cafeína em conjunto com a limitação de ingestão de gorduras, também parece reduzir a gordura corporal, diminuir o colesterol LDL e aumentar o colesterol HDL.

Para além disto, parece melhorar as funções das vias aéreas em pessoas com asma, pois tem a capacidade de dilatar os brônquios e permitir a passagem de oxigénio. Também ajuda a reduzir o risco de desenvolvimento de diabetes mellitus tipo 2, pois regula a glicémia e garante melhorias da sensibilidade à insulina.

A Cafeína é uma substância que pode causar dependência quando ingerida por muito tempo ou em altas doses (> 400 mg por dia), ou quando consumida por indivíduos menos tolerantes e mais sensíveis, gerando efeitos nocivos no organismo. Pode causar insónias, nervosismo, irritabilidade, taquicardia e palpitações, erosão do esmalte dentário, dores de estômago, náuseas e vómitos, tremores e aumento da pressão arterial.

Pessoas hipertensas, com risco de hipertensão ou outros problemas cardíacos são mais sensíveis aos efeitos da cafeína, por isso, devem ter especial atenção ao seu consumo. Também indivíduos com distúrbios mentais, hemorrágicos, síndrome do intestino irritável, incontinência, diabetes e osteoporose devem moderar ou, em alguns casos, evitar o consumo de cafeína devido ao possível agravamento da sintomatologia.

Bibliografia

1. Borges, Pedro Miguel Lopes (2016). “Caracterização do perfil dos consumidores de café em Portugal: impacto do género”. Dissertação de Mestrado, Universidade de Lisboa. Instituto Superior de Economia e Gestão.
2. Oliveira, Tiago (2020). “Tendências Económico-sociais no Consumo de Café em Portugal para 2021”. Dissertação de Mestrado, Universidade do Porto. Instituto Português de Administração de Marketing.
3. Gaspar, Susana da Silva (2014). “Avaliação do Risco da Exposição a Substâncias Estimulantes (Cafeína, Taurina e Glucuronolactona) em Adolescentes do Distrito de Lisboa”. Dissertação de Mestrado, Universidade de Coimbra. Faculdade de Farmácia.
4. Turnbull, D., Rodricks, J.V., Mariano, G.F., Chowdhury, F., Caffeine and cardiovascular health, Regulatory Toxicology and Pharmacology (2017), doi: 10.1016/j.yrtph.2017.07.025.
5. WebMD –Caffeine [Internet]. Available from: https://www.webmd.com/vitamins/ai/ingredientmono-979/caffeine

A Vitamina B6 (Piridoxina) é há muito considerada um cofator enzimático de relevo na síntese de neurotransmis­sores (triptofano), mantendo em bom estado a função cerebral. Para além de ser essencial na formação de serotonina e norepinefrina, de gran­de influência no humor, e para a formação de melatonina, que ajuda na regulação do ciclo do sono.

Mais recentemente, é considerada também um poderoso antioxidante de elevada importância para o bem-estar das células, protegendo-as contra o stress oxidativo.

Esta vitamina contribui para a regulação da atividade hormonal e forma­ção normal de glóbulos vermelhos, para a síntese da cisteína e da homocisteína e para o adequado funcionamento do sistema imunitário, nervoso e função cognitiva.

Para além de ser importante no desenvolvimento e manutenção da pele, estando também presente em vários produtos para o cabelo e unhas, tendo demonstrado melhorias na aparência dos mesmos.

Esta vitamina intervém no normal metabolismo de proteínas, glicogénio e na produção de energia, contribuindo para a redução do cansaço e da fadiga.

Pode ser obtida da carne, lacticínios, feijões, frutos secos, batatas e variadas frutas e legumes. Por isso, a sua carência é rara em países desenvolvidos, contudo poderá ocorrer em utilizadoras de contracetivos orais e outros fármacos, fumadores, alcoólicos, celíacos ou dia­béticos.

Baixos níveis de Vitamina B6 estão associados a aumento do risco de doença cardiovascular e cancro, artrite reumatóide e doença inflamatória intestinal. Estudos publicados demonstram que a inflamação e doenças inflamatórias estão associadas a reduções dos níveis plasmáticos desta vitamina até 50% e que a suplementação melhora parâmetros imunológicos.

O aporte adequado de Vitamina B6 contribui para o normal funcionamento do sistema nervoso e função psicológica, para o sistema imunitário, para a regulação da atividade hormonal e síntese normal da cisteína e da homocisteína. Para além disso, tendo um papel relevante no metabolismo produtor de energia e para a formação de glóbulos vermelhos. A Vitamina B6 contribui para a redução do cansaço e da fadiga e para a manutenção do cabelo, pele e unhas normais.

Bibliografia

1. Mooney S, Leuendorf JE, Hendrickson C, Hellmann H. Vitamin B6: A long known compound of surprising complexity. Molecules. 2009;14:329-351. doi:10.3390/molecules14010329
2. Haneke E, Baran R. Micronutrients for hair and nails. In: Nutrition for Healthy Skin: Strategies for Clinical and Cosmetic Practice. ; 2011. doi:10.1007/978-3-642-12264-4_14
3. Coburn SP, Slominski A, Mahuren JD, Wortsman J, Hessle L, Millan JL. Cutaneous metabolism of vitamin B-6. J Invest Dermatol. 2003. doi:10.1046/j.1523-1747.2003.12034.x
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A Riboflavina é um nutriente essencial, atuando como coenzima em diversas funções, nomeadamente no metabolismo produtor de energia, para além da sua capacidade de prote­ção antioxidante.

Pode ser encontrada em ovos, lacticínios, carne magra e vegetais verdes.

A sua carência é mais prevalente em países subdesenvolvidos, contudo, atletas, pessoas com cancro, doença cardíaca congénita, hipotiroidismo, gravidez/amamentação, idade avançada, alimentação vegetaria­na, doença hepática ou renal, infeções prolongadas, medicação com determinados antidepressivos (tricíclicos) e antibióticos (tetracíclicos) ou consumo excessivo de álcool, têm maior risco de carência. O défice em Vitamina B2 tem implicações na eficácia de outras vitaminas, pois as flavoenzimas estão diretamente ligadas ao seu metabolismo, nomeadamente da vitamina B12, B9, B3, B6, K e D, afetando ainda a absorção de Ferro, o metabolismo do triptofano, disfunção mitocondrial, do trato gastroin­testinal e cerebral.

Consequências incluem: dor de garganta, hiperemia, edema oral e das membranas mucosas, queda de cabelo, cataratas, enxaqueca, anemia, dermatite seborreica e comprometimento da função nervosa.

A vitamina B2 atua como antioxidante contra o stress oxidativo, especialmente contra a peroxidação lipídica e lesão oxidativa de reperfusão, podendo atuar no ciclo da glutationa ou outros mecanismos de reforço do efeito de outros antioxidantes, como a vitamina C.

Existe, ainda, interesse no papel que a Riboflavina desempenha na determinação das concentrações de homocisteí­na, fator de risco de comprometimento cognitivo, complicações de gravidez e doença cardiovascular, sugerindo os estudos que esta poderá inibir a progressão de AVC e proteger o tecido cerebral de lesões isquémicas.

Quando necessária, a sua suplementação com 5 a 10 vezes a dose diária recomendada é apropriada, não devendo, no entanto, ser prolongada por potencial fotorreativo.

O aporte adequado de Riboflavina contribui para a manutenção de visão, pele, mucosas e glóbulos vermelhos normais, bem como para o bom funcionamento do sistema nervoso e redução do cansaço e da fadiga.

Bibliografia

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