Informações Complementares
📋 Modo de usar
Deve aplica ruma massagem nas áreas afetadas até completa absorção antes da atividade desportiva. O produto pode ser usado no corpo para tratamentos desportivos.
🌿 Composição
Aqua, Glycerin, Hamamelis Virginiana Leaf Water, Caprylic/Capric Triglyceride, Dicaprylyl Ether, Zea Septembers Oil, Sodium Polyacrylate, Helianthus Annuus Seed Oil, Arnica Montana Extract, Capsicum Frutescens Fruit Extract, Camphor, Coriandrum Sativum Seed Oil, Origanum Majorana Leaf Oil, Rosmarinus Officinalis Leaf Oil, Hypericum Perforatum Extract, Myristica Fragrans Fruit Oil (Nutmeg), Tocopherol, Phenoxyethanol, Linalool, Ethylhexylglycerin, Ethoxydiglycol, Limonene, Geraniol.
📍 Importante
Apesar de integralmente sustentada em fontes de referência com reconhecido valor e prestígio nacional e internacional, a informação contida nestas páginas não pode ser considerada como exaustiva ou, apesar de todos os esforços de melhoria contínua, isenta de incorreções inadvertidas. As plantas e seus derivados utilizados na preparação de suplementos alimentares têm efeitos nutricionais, e podem interagir com medicamentos e outros suplementos. A sua inclusão em produtos para consumo humano obriga à prévia determinação de segurança, porém, essa segurança depende de uma utilização responsável. A Nutriama não assume qualquer responsabilidade por problemas decorrentes da má utilização da informação disponibilizada. Se precisar de aconselhamento específico, deverá recorrer diretamente a um profissional devidamente qualificado.
Principais Ingredientes
Extrato de Arnica
A arnica é uma planta medicinal rica em flavonoides e compostos fenólicos, possuindo propriedades anti-inflamatórias, analgésicas, antimicrobianas, antioxidantes e anticoagulantes. Por isso, esta planta pode ser utilizada para ajudar no tratamento de vários problemas de saúde, como contusões, dores reumáticas, escoriações e dores musculares, por exemplo.
A arnica é rica em ácido carbónico, em flavonóides, em óleos voláteis e outras substâncias benéficas que podem contribuir para melhorar o aspecto da pele, aumentando a hidratação. Ela contém uma substância chamada de sesquiterpeno lactona, conhecida como helenalina, que é o principal restaurador da arnica e, juntamente com os flavonoides, ajuda na renovação da pele.
Além disso, ela possui alto poder de cicatrização, possuindo também propriedades antibacterianas e antissépticas que auxiliam na recuperação da pele em casos de queimaduras, exposição excessiva ao sol e ajudando a reduzir a inflamação da pele causada pela acne e pelas espinhas.
Bibliografia
1. Kriplani Priyanka, GUARVE Kumar et al. Arnica montana L. – a plant of healing: review. Journal of Pharmacy and Pharmacology. 69. 925-945, 2017.
2. Iannitti, Tommaso; et al. Effectiveness and Safety of Arnica montana in Post-Surgical Setting, Pain and Inflammation. Am J Ther. 23. 1; e184-97, 2016.
3. Marzzoto, Marta; et al. Arnica montana Stimulates Extracellular Matrix Gene Expression in a Macrophage Cell Line Differentiated to Wound-Healing Phenotype. PLoS One. 11. 11; e0166340, 2016
4. Ganzera, Markus; et al. Quantitative analysis of flavonoids and phenolic acids in Arnica montana L. by micellar electrokinetic capillary chromatography. Analytica Chimica Acta. 164. 196–200, 2008.
Hipericão (Erva-de-São-João)
O Hipericão, ou Erva-de-São-João, é uma planta herbácea perene, nativa da Europa, mas amplamente distribuída em várias regiões do mundo.
Esta planta caracteriza-se pelas suas flores amarelas vibrantes, que contêm compostos bioativos como a hipericina e a hiperforina. Tradicionalmente, tem sido utilizada na medicina popular para tratar uma variedade de condições, incluindo distúrbios nervosos e problemas de pele. Na cosmética, o extrato de Hipericão é valorizado pelas suas propriedades terapêuticas, sendo incorporado em diversos produtos para cuidados da pele.
As suas propriedades anti-inflamatórias ajudam a reduzir vermelhidão e irritações, sendo eficaz no tratamento de condições como eczema, dermatite e acne. Além disso, possui ação antibacteriana, auxiliando na prevenção de infeções cutâneas e promovendo uma pele mais limpa e saudável.
O Hipericão também é conhecido por acelerar o processo de cicatrização, sendo útil na recuperação de feridas, queimaduras e escoriações. A sua capacidade antioxidante protege a pele contra os danos causados pelos radicais livres, contribuindo para a prevenção do envelhecimento precoce.
Adicionalmente, o extrato de Hipericão pode melhorar a hidratação da pele, aumentando a elasticidade e promovendo uma aparência mais jovem e revitalizada.
Bibliografia:
1. PubMed Central. (2013). Topical application of St. John’s wort (Hypericum perforatum).
2. Lesielle. (n.d.). Hypericum perforatum extract in skincare, What is?
3. Cleveland Clinic. (n.d.). St. John’s Wort (Hypericum Perforatum): Risks & Potential Benefits.
Extrato de Pimenta
O extrato de pimenta, rico em capsaicina, é obtido de espécies do gênero Capsicum, como a pimenta vermelha. A capsaicina é o composto responsável pela sensação de ardor característica das pimentas e possui diversas propriedades terapêuticas.
A aplicação tópica deste ingrediente tem demonstrado eficácia na redução da dor neuropática e inflamações cutâneas. Estudos indicam que a capsaicina atua dessensibilizando os recetores de dor na pele, proporcionando alívio em condições como neuralgia pós-herpética e dores musculares crônicas.
Possui ainda propriedades antioxidantes, ajudando a combater os radicais livres e prevenindo o envelhecimento precoce da pele. A sua ação anti-inflamatória também contribui para a melhora de condições como psoríase e dermatites.
Estudos indicam que cremes com capsaicina têm sido explorados por seu potencial em melhorar a microcirculação cutânea, o que pode resultar em uma pele com aparência mais saudável e tonificada. Há também evidências preliminares sugerindo que a capsaicina pode auxiliar na redução da celulite, promovendo uma textura cutânea mais uniforme.
Bibliografia:
1. Yamamoto, M., et al. (2022). Capsaicin, a Phytochemical From Chili Pepper, Alleviates the Loss of Collagen in Mouse Skin After UV Irradiation. Antioxidants, 11(3), 456.
2. Derry, S., et al. (2017). Topical capsaicin (high concentration) for chronic neuropathic pain in adults. Cochrane Database of Systematic Reviews, (1).
3. Sharma, S., & Singh, M. (2024). Capsaicin: Emerging Pharmacological and Therapeutic Insights. Molecular Medicine Reports, 46(8), 468.
Óleo Essencial de Alecrim
O alecrim é uma erva aromática que pode melhorar o funcionamento do sistema nervoso, proteger o fígado, atuar como antioxidante, aliviar a dor, melhorar a circulação sanguínea, favorecer a digestão dos alimentos e proteger o fígado.
Esse efeitos do alecrim na saúde acontecem porque essa planta possui propriedades tônicas, antioxidantes, estimulantes, antissépticas, diuréticas, cicatrizantes e antimicrobianas.
O alecrim ajuda a melhorar o funcionamento do sistema nervoso, já que estimula a circulação e o sistema nervoso, sendo útil em casos de esgotamento mental devido ao excesso de trabalho, por exemplo, uma vez que é capaz de melhorar a memória, a concentração e o raciocínio, e ajuda a prevenir e tratar problemas como depressão e ansiedade.
O alecrim possui propriedades anti-inflamatórias e analgésicas, além de melhorar a circulação sanguínea de forma geral, podendo ser usada para complementar o tratamento de varizes, dor de cabeça, enxaqueca, artrite e gota.
Além disso, o alecrim ajuda a melhorar os sintomas da TPM, como cólicas abdominais, a regular a menstruação e a reduzir o sangramento excessivo durante a menstruação.
O alecrim possui propriedade descongestionante e febrífuga, de forma que pode ajudar no tratamento da gripe e do resfriado, diminuindo a febre, diluindo o muco e aliviando a dor de garganta.
Bibliografia:
1. Nieto, Gema et al.. Antioxidant and Antimicrobial Properties of Rosemary (Rosmarinus officinalis, L.): A Review. MDPI – Medicines. Vol.5, n.98. 2018.
2. UROPEAN MEDICINES AGENCY. Assessment report on Rosmarinus officinalis L., aetheroleum and Rosmarinus officinalis L., folium. 2010.
3. Andrade, Joana M. et al. Rosmarinus officinalis L.: an update review of its phytochemistry and biological activity. Future Sci OA. Vol.4(4). FSO283, 2018.
4. De Aquino Eronita. Nutrição & Fitoterapia: Tratamento alternativo através das plantas. 2º. Brasil: Vozes, 2011. 34-36.
Óleo Essencial de Manjerona
O Óleo Essencial de Manjerona é extraído das folhas e flores da planta Origanum majorana, pertencente à família Lamiaceae. Tradicionalmente utilizado na medicina popular e na aromaterapia, este óleo é valorizado por suas propriedades relaxantes, anti-inflamatórias e antimicrobianas.
Rico em compostos bioativos como carvacrol, timol, sabineno e terpinoleno, o óleo essencial de manjerona apresenta uma potente atividade antioxidante que ajuda a neutralizar os radicais livres, protegendo as células cutâneas contra o envelhecimento precoce e o stress oxidativo.
Estudos indicam que possui propriedades anti-inflamatórias e calmantes, o que o torna eficaz na redução de vermelhidões, irritações e desconfortos cutâneos, especialmente em peles sensíveis ou sujeitas a condições como dermatite ou eczema.
Este óleo também exibe uma notável ação antimicrobiana, ajudando a prevenir infeções bacterianas e fúngicas, o que pode ser benéfico no cuidado da pele oleosa e com tendência acneica. A sua aplicação tópica tem sido associada à melhoria da coesão do estrato córneo e da função de barreira da pele, o que promove uma textura mais uniforme, hidratada e resistente a agressores externos.
O aroma suave e herbal do óleo de manjerona contribui ainda para o relaxamento e bem-estar geral, tornando-o um ingrediente apreciado em produtos com propriedades sensoriais calmantes.
Bibliografia:
1. Elshafie, H. S., et al. (2022). An Up-To-Date Review Regarding Cutaneous Benefits of Origanum majorana Essential Oil. Scientific Reports, 12, 10494.
2. Patent WO2014173846A1. “Use of an essential oil of Origanum majorana for treating skin disorders.”
Óleo Essencial de Noz Moscada
A noz-moscada é uma especiaria obtida a partir das sementes da Myristica fragrans, uma árvore tropical perene nativa da Indonésia. Comumente usada pelo sabor, a noz-moscada contém uma variedade de compostos que podem ajudar a prevenir doenças e promover sua saúde geral.
Embora de tamanho pequeno, as sementes da noz-moscada são ricas em compostos vegetais que atuam no corpo humano como antioxidantes. Estes compostos protegem nossas células dos danos causados pelos radicais livres.
Quando os níveis de radicais livres no corpo se tornam muito altos, ocorre o chamado stress oxidativo. O fenómeno é associado ao aparecimento e progressão de muitas condições crónicas.
A noz-moscada é usada em algumas culturas aplicada sob a forma de pasta, para reduzir a inflamação cutânea. Há quem refira adicionalmente a sua capacidade para branquear a pele, ajudando na remoção de manchas e mesmo relatos da sua utilização para a redução das cicatrizes do acne.
O seu elevado teor em magnésio ajuda a reduzir a tensão muscular e nervosa, apoiando a regularização dos ciclos de sono. Também o eu elevado teor em mirsticina ajuda nesta função, pensando-se que o seu mecanismo de acção poderá estar relacionado com a regulação da actividade de neurotransmissores como a serotonina ou a dopamina.
Estudos recentes permitem perceber quais os constituintes activos da noz moscada responsáveis pela sua actividade antimicrobiana (α-pineno, β-pineno, mirceno, 1,8-cineol, caracol, terpineno-4-ol, eugenol e isoeugenol).
Bibliografia:
1. Zhang Wei Kevin et al. Nutmeg oil alleviates chronic inflammatory pain through inhibition of COX-2 expression and substance P release in vivo. Food & Nutrition Research. 60. 1-10, 2016.
2. Naeem, Namra et al. Nutmeg: A review on uses and biological properties. International Journal of Chemical and Biochemical Sciences. 107-110, 2016.
3. Seneme, F, Elisa et al. Pharmacological and Therapeutic Potential of Myristicin: A Literature Review. Moelcules. Vol.26. 19.ed; 2021.
4. Gupt, Rasmi et al. An Overview of Myristica fragrans (Nutmeg) – Its benefits and adverse effects to Humans. Indian Journal of Integrative Medicine. Vol.2. 4.ed; 45-50, 2020.
Óleo Essencial de Coentros
O extrato de coentros é obtido a partir das sementes ou folhas da planta Coriandrum sativum, amplamente utilizada na culinária e na medicina tradicional. Os coentros tem ganhado destaque devido às suas propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e antimicrobianas.
Ricos em compostos bioativos como linalol, flavonoides e ácidos graxos essenciais, possuem propriedades antioxidantes que ajudam a neutralizar os radicais livres, prevenindo o envelhecimento precoce da pele. Estudos demonstraram que o óleo essencial de coentros apresenta atividades inibitórias significativas contra enzimas como colagenase, elastase, tirosinase e hialuronidase, que estão associadas à degradação da matriz extracelular e ao envelhecimento cutâneo.
Possui ainda propriedades anti-inflamatórias, auxiliando na redução de vermelhidão e irritações na pele. Em um estudo clínico, o óleo de sementes de coentros demonstrou eficácia na redução de sensações desagradáveis causadas por estressores químicos, como coceira e ardor, proporcionando um efeito calmante e melhorando o conforto da pele.
Também apresenta atividade antimicrobiana, sendo eficaz contra diversas bactérias e fungos, o que o torna útil no tratamento de condições como acne e dermatites . A sua capacidade de modular a inflamação e promover a regeneração celular contribui para a melhora da textura e do tom da pele.
Bibliografia:
1. Elshafie, H. S., et al. (2022). Coriander (Coriandrum sativum L.) essential oil and oil-loaded nano-formulations as an anti-aging potentiality via TGFβ/SMAD pathway. Scientific Reports, 12, 10494.
2. Efficacy of Topical Coriandrum sativum Extract on Treatment of Infants with Diaper Dermatitis: A Single-Blinded Non-Randomised Controlled Trial. Journal of Clinical and Diagnostic Research.
Óleo Essencial de Cânfora
A árvore aromática Cinnamomum camphora (L.) é natural de países asiáticos, incluindo Japão, Taiwan e China, apesar de estar também presente noutros locais do mundo. Todas as partes da planta, desde o tronco, às folhas e bagas têm um cheiro característico, sendo que faz parte do seu óleo essencial o ativo principal desta árvore, a cânfora natural.
A cânfora há muito que é utilizada na medicina tradicional como analgésico, anti-prúrido, antiespasmódico e anti-inflamatório. Além disso, como tem ainda ação enquanto expetorante, descongestionante nasal e anti-tússico, é amplamente utilizada em tratamentos caseiros para a constipação.
Outro dos grandes potenciais terapêuticos da cânfora diz respeito à sua ação enquanto rubefaciente, o que contribui para as suas propriedades analgésicas. Num estudo foi demonstrado que este ativo induz uma reação de arrefecimento, seguida de aquecimento, aquando da sua aplicação tópica, aumentando a circulação sanguínea no local de aplicação. No período incial de estimulação, a concentração da cânfora junto aos nervos é baixa, provocando uma sensação de frio. No entanto, conforme vai aumentando a sua concentração, vai também aumentando o seu efeito, o que leva, por sua vez, a uma sensação de aquecimento cutâneo.
A toxicidade da cânfora está bem documentada, sendo que a ingestão de dosagens superiores a 2 gramas causa efeitos tóxicos nos adultos, envolvendo o trato gastrointestinal, os rins e o cérebro. Os sintomas característicos de envenenamento após a ingestão desta substância são: náuseas, vómitos, enxaquecas, tonturas, tremores musculares, convulsões e delírio, sendo que doses superiores a 3,5g podem ser letais. A inalação desta substância pode ainda provocar irritação das mucosas, da pele ou dos olhos. Como tal, é necessária precaução na utilização de cânfora, sendo que o seu uso é desaconselhado em crianças.
Bibliografia
1. Chen W, Vermaak I, Viljoen A. Camphor—A Fumigant during the Black Death and a Coveted Fragrant Wood in Ancient Egypt and Babylon—A Review. Molecules. 2013;(18):5434-5454. doi:10.3390/molecules18055434
2. Kotaka T, Kimura S, Kashiwayanagi M, Iwamoto J. Camphor Induces Cold and Warm Sensations with Increases in Skin and Muscle Blood Flow in Human. Pharm Soc Japan. 2014;37(December):1913-1918.









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